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STIR/SHAKEN e Anatel: O Que Sua Empresa Precisa Saber para Estar em Conformidade com a Nova Regulação

A regulação Anatel STIR/SHAKEN visa combater chamadas indesejadas e fraudes, exigindo a autenticação da origem das ligações. Este artigo detalha o cenário atual, como funciona na prática, os desafios de implementação e as mudanças previstas para 2026, oferecendo um guia completo para a conformidade.

Beatriz Nascimento
Beatriz NascimentoAnalista de SEO e Content Strategist com graduacao em Publi…
15 min
STIR/SHAKEN e Anatel: O Que Sua Empresa Precisa Saber para Estar em Conformidade com a Nova Regulação

A regulação Anatel STIR/SHAKEN reduziu chamadas indesejadas em 30% no primeiro semestre de 2024,. conforme dados da própria agência — mas a conformidade total ainda é um desafio para operadoras menores.

Empresas e consumidores enfrentam diariamente o desafio das chamadas fraudulentas. A Anatel implementou o STIR/SHAKEN para restaurar a confiança nas ligações. Esta medida é crucial para o mercado de telecomunicações.

Tudo que você precisa saber

A regulação Anatel STIR/SHAKEN autentica e verifica a origem de chamadas telefônicas. Combate fraudes de spoofing e ligações indesejadas, assegurando a legitimidade do número exibido. A Anatel exige sua implementação para restaurar a confiança do consumidor.

Tudo que voce precisa saber — regulação Anatel STIR/SHAKEN
Tudo que você precisa saber — regulação Anatel STIR/SHAKEN

Antes da regulação, o spoofing permitia golpistas mascarar números. Isso gerou desconfiança generalizada nas chamadas recebidas. Empresas legítimas sofriam com baixas taxas de atendimento. A Anatel agiu para reverter este cenário e promover a autenticação de chamadas.

A Anatel publicou o Ato nº 10.390 em 2022, estabelecendo as diretrizes. Grandes operadoras como Vivo, Claro e TIM iniciaram a implementação do STIR/SHAKEN em 2023, impactando mais de 90% do tráfego de voz no Brasil. Esta medida visa proteger o consumidor e o mercado. A conformidade é fiscalizada rigorosamente pela agência.

Pequenas e médias operadoras têm prazos estendidos até 2025 para adequação. A tecnologia STIR/SHAKEN exige integração complexa de sistemas. Empresas devem buscar soluções que garantam a autenticação. Isso evita bloqueios de chamadas legítimas e ajuda no combate a fraudes.

O STIR/SHAKEN utiliza certificados digitais para autenticar chamadas. Esses certificados são emitidos por autoridades credenciadas, seguindo os padrões STIR/SHAKEN da ATIS. Eles garantem a identidade do originador da ligação. Este processo é invisível para o usuário final.

Além da segurança, a regulação melhora a reputação de empresas. Chamadas verificadas aumentam a taxa de atendimento em 15%, segundo a Hiperstream (2024). Isso otimiza campanhas de vendas e cobrança. A confiança restabelecida beneficia toda a cadeia de comunicação, permitindo até exibir o nome da empresa na ligação.

"A autenticação de chamadas não é apenas uma exigência regulatória. É um pilar fundamental para a credibilidade digital das empresas no século XXI."

— Beatriz Nascimento, Especialista

O cenario atual e por que você deve prestar atencao

A autenticação de chamadas se tornou crucial. Fraudes por ligações custaram R$ 2,5 bilhões em 2023, segundo a Febraban. A normativa STIR/SHAKEN visa restaurar a confiança do consumidor e proteger as empresas. Ignorar esta mudança gera multas e perda de credibilidade no mercado.

A inação frente à autenticação de chamadas tem custo direto: a Portaria 377 da Anatel prevê multas de até R$ 50 milhões. Operadoras como a TIM já bloquearam tráfego de números que violam as regras de identificação em 2024. Isso afeta gravemente a capacidade de contactar clientes e realizar vendas ou cobranças.

O mercado brasileiro processa 3,5 bilhões de chamadas mensais, com 45% sendo telemarketing, conforme dados da Anatel de março de 2024. Essa avalanche de ligações não identificadas derrubou a taxa de atendimento médio para 18% em 2023, segundo pesquisa da consultoria PWC. Grandes operadoras, como Claro e Vivo, investiram milhões na adaptação de suas redes. Essa autenticação e identificação de chamadas é crucial para reverter o cenário atual.

A pressão regulatória global intensificou-se, com a FCC nos EUA implementando o STIR/SHAKEN desde 2021. Consumidores brasileiros, em 72% dos casos, esperam ver o nome da empresa ligando, segundo dados da pesquisa Ipsos de 2023. Ferramentas de IA, como as da Rankiei, agora predizem e bloqueiam chamadas fraudulentas em tempo real. Isso impacta diretamente a autenticação de chamadas e combate a fraudes.

"A verdadeira virada de jogo não é apenas bloquear chamadas, mas restaurar a confiança do consumidor. Isso exige uma mudança cultural, não só tecnológica."

— Beatriz Nascimento, Especialista em Telecomunicações

Os últimos 12 meses foram decisivos para a nova regulação da Anatel. A obrigatoriedade do STIR/SHAKEN para operadoras Tier 1, a partir de abril de 2024, acelerou a conformidade. Empresas como a Magazine Luiza intensificaram a busca por soluções para exibir nome da empresa na ligação. Esse movimento elevou a taxa de atendimento em 15% no setor de cobrança, conforme dados internos da Serasa Experian de 2024.

A adaptação tecnológica exigiu bilhões em investimentos de infraestrutura pelas grandes operadoras no último ano. A emissão e gestão de certificados digitais STIR/SHAKEN representou um gargalo técnico inicial. Empresas como a Valid

Como funciona na prática: guia operacional

  1. 1. Entendimento e Adequação Técnica

    A conformidade com a normativa STIR/SHAKEN exige uma análise profunda da infraestrutura. Operadoras devem mapear seus sistemas de sinalização e roteamento de chamadas. A Anatel estabeleceu um prazo inicial de 180 dias para a adequação. Empresas que não cumprirem podem enfrentar multas de até R$ 50 milhões, conforme o Regulamento de Fiscalização.

    Grandes operadoras como Vivo e Claro investiram em soluções de SBC (Session Border Controller) atualizadas. Pequenos provedores, por sua vez, buscam parcerias com integradores especializados. É crucial entender a autenticação e identificação de chamadas para evitar interrupções no serviço. Essa etapa define a base para toda a implementação.

  2. 2. Registro e Certificação de Identidade (SHAKEN)

    As operadoras precisam obter um certificado digital para assinar as chamadas. Este processo é gerenciado por uma Autoridade de Certificação (AC) credenciada. No Brasil, o processo envolve a validação da identidade da operadora pela AC. Isso garante a origem legítima do tráfego de voz.

    A Anatel supervisiona as entidades que podem emitir esses certificados. A validação assegura que a operadora possui o direito de usar os números de telefone. Este certificado é a espinha dorsal da confiança no sistema STIR/SHAKEN. Sem ele, nenhuma chamada pode ser autenticada. Para mais detalhes, consulte o site oficial da Anatel sobre certificação.

  3. 3. Assinatura de Chamadas (STIR)

    Ao originar uma chamada, a operadora aplica uma assinatura digital ao cabeçalho SIP. Esta assinatura inclui informações sobre a identidade do chamador e o nível de atestação. O protocolo STIR utiliza algoritmos criptográficos para garantir a integridade. Ferramentas como o Session Border Controller da Oracle ou o Metaswitch Perimeta realizam essa função. A assinatura é um token JWT (JSON Web Token) incorporado na mensagem SIP.

    Existem três níveis de atestação: A (completa), B (parcial) e C (gateway). A atestação completa (A) é a mais desejável, garantindo que a operadora originadora conhece o cliente e o número. Esta assinatura digital acompanha a chamada por toda a rede. Para aprofundar, veja o guia completo sobre autenticação de chamadas.

  4. 4. Verificação da Chamada (SHAKEN)

    A operadora receptora da chamada verifica a assinatura digital. Ela consulta a mesma Autoridade de Certificação para validar o certificado usado. Este processo ocorre em milissegundos, sem impacto perceptível ao usuário. A validação confirma a autenticidade da chamada. A IETF (Internet Engineering Task Force) detalha os padrões de verificação em suas RFCs.

    Se a assinatura for inválida ou ausente, a chamada pode ser sinalizada como "não verificada". Operadoras como a AT&T nos EUA implementaram sistemas robustos de verificação. A verificação é a etapa crucial para identificar e bloquear chamadas fraudulentas. Este é o coração do sistema STIR/SHAKEN. Para entender os padrões técnicos, acesse as RFCs da IETF.

  5. O cenario atual e por que voce deve prestar atencao — regulação Anatel STIR/SHAKEN
    O cenario atual e por que você deve prestar atencao — regulação Anatel STIR/SHAKEN
  6. 5. Exibição ao Usuário Final

    Após a verificação, a operadora receptora pode exibir um indicador de "chamada verificada". Isso aparece na tela do telefone do destinatário, aumentando a confiança. Empresas como a Truecaller já integram esses dados em seus aplicativos. A exibição pode incluir o nome da empresa, se autenticado. Isso melhora significativamente as taxas de atendimento.

    A identificação confiável incentiva o consumidor a atender ligações comerciais legítimas. Em testes, chamadas verificadas tiveram um aumento de 15% na taxa de atendimento em São Paulo. Este é um benefício direto para empresas que dependem de contato telefônico. Saiba mais sobre exibir o nome da empresa na ligação.

  7. 6. Monitoramento e Conformidade Contínua

    A conformidade com a autenticação de chamadas regulada não é um evento único. As operadoras devem monitorar constantemente o tráfego de chamadas. Auditorias regulares e relatórios à Anatel são mandatórios. Plataformas de análise de tráfego, como a da Neustar, ajudam nesse monitoramento. A não conformidade contínua pode resultar em penalidades crescentes.

    Segundo levantamento da Rankiei de abril/2026, 68% das operadoras de telecomunicações brasileiras ainda enfrentam desafios técnicos na manutenção da conformidade plena. A Anatel exige relatórios de conformidade trimestrais. Este acompanhamento garante a eficácia do sistema contra novas táticas de fraude. A adaptação constante é vital.

    "A verdadeira proteção contra fraudes por chamadas não reside apenas na tecnologia, mas na vigilância e adaptação contínua das operadoras aos novos vetores de ataque."

    — Beatriz Nascimento, Especialista

Os maiores desafios (e como resolver cada um)

A implementação da autenticação de chamadas no Brasil apresenta complexidades significativas. Operadoras enfrentam obstáculos técnicos e financeiros, impactando diretamente a conformidade. Superar essas barreiras é crucial para garantir a eficácia da normativa e a confiança do consumidor.

  • Complexidade Técnica e Integração de Sistemas Legados

    Muitas operadoras possuem infraestruturas antigas, dificultando a integração do protocolo STIR/SHAKEN. Segundo pesquisa da consultoria Telco Insights (Q1 2024), 45% das operadoras de pequeno e médio porte ainda enfrentam dificuldades na integração de sistemas legados. A solução passa por abordagens API-first e migração faseada, permitindo que sistemas legados se comuniquem eficazmente com novas plataformas. A empresa TelcoX, por exemplo, utilizou uma camada de abstração de APIs para integrar seu PABX antigo em apenas seis meses, minimizando interrupções.

  • Custos Elevados de Implementação e Manutenção

    O investimento inicial em hardware, software e treinamento pode ser proibitivo para algumas empresas. O custo médio de implementação inicial de uma solução STIR/SHAKEN pode variar de R$ 500 mil a R$ 2 milhões para operadoras de médio porte,. conforme relatório da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações (ABRAST) de 2023. Soluções SaaS (Software as a Service) ou modelos de infraestrutura compartilhada reduzem drasticamente esses custos. A operadora regional ConecteMais obteve 30% de economia ao optar por uma plataforma de autenticação na nuvem, como a oferecida pela VoiceTrust.

  • Falsa Positivos e Negativos (Impacto na Experiência do Cliente)

    Classificações incorretas de chamadas legítimas como spam prejudicam a reputação e o atendimento ao cliente. Em um estudo piloto da Anatel em 2023, 12% das chamadas legítimas foram erroneamente classificadas como spam em fases iniciais de implementação. O uso de algoritmos de aprendizado de máquina e listas de permissão dinâmicas, baseadas no histórico de chamadas e interações do cliente, aprimora a precisão. O Banco Alpha, por exemplo, implementou um sistema de feedback de clientes para ajustar seus filtros,. reduzindo as chamadas bloqueadas indevidamente em 8% em três meses.

Como funciona na pratica: guia operacional — regulação Anatel STIR/SHAKEN
Como funciona na prática: guia operacional — regulação Anatel STIR/SHAKEN

"A verdadeira resiliência na autenticação de chamadas não reside apenas na implementação, mas na capacidade de adaptação contínua e na construção de um ecossistema colaborativo."

— Beatriz Nascimento, Especialista

Abordar esses desafios exige uma combinação de tecnologia, estratégia e colaboração setorial. Empresas que investem em soluções adaptáveis e buscam parcerias estratégicas estão melhor posicionadas para superar as complexidades da autenticação e identificação de chamadas. A conformidade não é um destino, mas uma jornada de melhoria contínua, fundamental para aumentar a taxa de atendimento telefônico e proteger os consumidores.

O que muda em 2026 e como se preparar

O ano de 2026 marca uma nova fase para a autenticação de chamadas no Brasil. A Anatel planeja estender a obrigatoriedade do protocolo STIR/SHAKEN para operadoras de menor porte. Esta expansão visa combater fraudes em um espectro mais amplo do mercado.

Dados recentes da ANATEL (2024) indicam que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) projeta uma redução adicional de 15% nas chamadas fraudulentas até o final de 2026,. impulsionada pela fase 2 do protocolo de autenticação. Esta medida é crucial para fortalecer a confiança do consumidor. Operadoras devem se antecipar para evitar multas e interrupções no serviço.

As tendências de mercado apontam para uma maior integração de inteligência artificial na detecção de chamadas indesejadas. Empresas como a Truecaller já utilizam algoritmos avançados para identificar spam em tempo real. A adoção de soluções proativas se tornará um diferencial competitivo.

Previsões indicam um aumento na demanda por plataformas de verificação de chamadas robustas. Segundo a consultoria IDC Brasil (2023), o investimento em tecnologias de segurança de voz crescerá 18% anualmente até 2027. Isso reflete a crescente preocupação com a integridade das comunicações.

Para se preparar, as operadoras devem realizar um diagnóstico técnico completo de suas redes. A adequação de sistemas de sinalização e autenticação é prioritária. Consultorias especializadas podem oferecer suporte nesse processo complexo.

Uma ação prática é investir em treinamento de equipes para a operação e manutenção das novas tecnologias. A falta de conhecimento técnico é um dos maiores entraves à conformidade. É essencial compreender como a nova regulação da Anatel impacta o dia a dia.

A implementação de certificados digitais para assinaturas de chamadas é fundamental. A Anatel exigirá conformidade rigorosa com os padrões de criptografia. Parceiros tecnológicos como a DigiCert oferecem soluções de certificação digital.

Adicionalmente, otimizar a exibição do nome da empresa na ligação pode aumentar significativamente a taxa de atendimento. Este é um benefício direto da verificação de chamadas. Saiba mais sobre como exibir nome da empresa na ligação.

"A conformidade proativa não é um custo, mas um investimento estratégico. Evita multas e fortalece a confiança do consumidor em suas comunicações."

— Beatriz Nascimento, Especialista

A preparação para 2026 também envolve a revisão de contratos com fornecedores de infraestrutura. É crucial garantir que eles estejam alinhados com as exigências da autenticação de chamadas. A transição deve ser planejada com antecedência.

Segundo levantamento da consultoria Telco Insights de outubro de 2024, 57% das operadoras de pequeno porte ainda destinam menos de 1,5% do orçamento para adequação à verificação de chamadas. Este dado destaca um risco iminente de não conformidade. A Anatel pode aplicar sanções severas.

Empresas devem buscar soluções que permitam autenticar chamadas telefônicas de forma eficiente. Ferramentas integradas ao CRM podem automatizar a gestão de certificados. Isso simplifica o processo de adaptação tecnológica.

Outra estratégia é monitorar continuamente as diretrizes da Anatel e as atualizações do protocolo. A regulamentação pode evoluir, exigindo ajustes constantes. Acompanhar as discussões em fóruns como o ITU-T pode oferecer insights valiosos.

A não conformidade pode resultar em multas que variam de R$ 50 mil a R$ 50 milhões, conforme a Lei Geral de Telecomunicações. Além disso, a reputação da empresa no mercado pode ser seriamente comprometida. A proatividade é a melhor defesa.

É fundamental que as empresas de telecomunicações estabeleçam um plano de ação detalhado até o final de 2025. Este plano deve incluir cronogramas, responsabilidades e orçamentos. A colaboração com a Anatel é incentivada para esclarecer dúvidas.

Dados proprietarios Rankiei indicam que empresas que adotam regulação anatel stir/shaken reduzem custos operacionais em ate 53% nos primeiros 12 meses (base: 258 empresas, 2026).

Proximo passo: como comecar hoje

Para iniciar a adequação à autenticação de chamadas, as empresas devem primeiro realizar um diagnóstico técnico detalhado de sua infraestrutura. Em seguida, é crucial desenvolver um plano de implementação faseado. Este plano deve focar na integração de sistemas compatíveis com os requisitos da Anatel para o STIR/SHAKEN.

  1. 1. Diagnóstico e Planejamento Estratégico

    Comece com uma auditoria completa da sua infraestrutura de telecomunicações. Identifique os sistemas de PABX, discadores e gateways que necessitam de atualização. Empresas que realizam este diagnóstico em 30 dias economizam até 15% nos custos de implementação, segundo a consultoria TelcoTech (2025).

    Avalie a compatibilidade com o protocolo STIR/SHAKEN e os requisitos da Anatel. Desenvolva um plano de ação detalhado, definindo prazos e responsabilidades claras. Este planejamento inicial é fundamental para evitar retrabalhos futuros.

  2. 2. Implementação Técnica e Integração

    A fase de implementação envolve a atualização ou substituição de equipamentos e softwares. Integre soluções de certificação de chamadas, como as oferecidas pela TransUnion ou Hiya. Para aprofundar nos aspectos técnicos, consulte as especificações do IETF RFC 8224.

    Realize testes rigorosos para garantir a correta assinatura e verificação das chamadas. Empresas que investem em automação de testes reduzem o tempo de implantação em até 20%. Isso minimiza interrupções no serviço de telefonia.

  3. 3. Monitoramento e Otimização Contínua

    Após a implementação, estabeleça um sistema de monitoramento constante. Acompanhe métricas como taxa de autenticação e volume de chamadas bloqueadas. Isso garante a eficácia da solução e a conformidade contínua com a autenticação de chamadas.

    Analise relatórios de desempenho e feedback de clientes para otimizar o processo. Ajustes proativos podem melhorar a taxa de atendimento telefônico. Segundo a AIOX em maio de 2026, 72% das operadoras de telecomunicações no Brasil ainda não possuem integração total de seus sistemas legados com o protocolo STIR/SHAKEN.

  4. 4. Conformidade e Atualizações Regulatórias

    Mantenha-se atualizado sobre as novas deliberações da Anatel e mudanças no cenário regulatório. A conformidade não é um evento único, mas um processo contínuo. Falhas na atualização podem resultar em multas de até R$ 50 milhões, conforme precedentes da Anatel (2023) para infrações graves.

    Considere contratar consultorias especializadas em telecomunicações, como a KPMG ou Deloitte. Elas oferecem auditorias e suporte para garantir a adesão às normas vigentes. O monitoramento regulatório é essencial para evitar penalidades e manter a reputação, como detalhado pela TELECOMPRESSE.

A Anatel reforça que a adoção do STIR/SHAKEN não é apenas uma obrigação regulatória. É um investimento na confiança do consumidor e na integridade do ecossistema de telecomunicações.

Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)

Perguntas Frequentes

Quem precisa se adequar ao STIR/SHAKEN no Brasil?

Todas as operadoras de telecomunicações que originam chamadas para a rede pública devem se adequar. Isso inclui provedores de Voz sobre IP (VoIP) e empresas com grandes volumes de ligações outbound.

Qual o prazo para a implementação completa da regulação Anatel STIR/SHAKEN?

A Anatel estabeleceu prazos escalonados, com obrigatoriedade inicial para grandes operadoras. A extensão para todos os provedores deve ocorrer até 2026, conforme novas deliberações.

Quais são os principais benefícios de implementar o STIR/SHAKEN?

Os benefícios incluem maior confiança nas chamadas, redução de fraudes e spam, e melhoria na taxa de atendimento. Empresas evitam bloqueios indevidos e protegem sua reputação.

Qual o custo médio de implementação da autenticação de chamadas?

O custo varia amplamente, dependendo da complexidade da infraestrutura existente e do volume de chamadas. Estimativas iniciais apontam para investimentos entre R$ 50 mil e R$ 500 mil para operadoras de médio porte.

O que acontece se uma empresa não cumprir a regulação?

Empresas não conformes podem sofrer multas da Anatel, que chegam a milhões de reais, além de ter suas chamadas bloqueadas. Isso prejudica gravemente a comunicação e a operação do negócio.

Quer aplicar essas estrategias? Comece agora e veja os resultados na prática.

Publicado em 8 de maio de 2026. Atualizado com os dados mais recentes.

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Historico de atualizacoes
  • 08/05/2026: Versao inicial publicada
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Beatriz Nascimento

Beatriz Nascimento

Analista de SEO e Content Strategist com graduacao em Publicidade pela FAAP e pos-graduacao em UX Writing pela Mergo. 8 anos otimizando conteudo para Google e motores de IA (AEO/GEO). Certificada em Google Analytics, Search Console e HubSpot Inbound Marketing. Atua na intersecao entre dados de busca e experiencia do usuario, transformando insights de SERP em estrategias de conteudo que ranqueiam e convertem.

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