STIR/SHAKEN autentica chamadas telefônicas digitais usando certificados criptográficos, reduzindo chamadas fraudulentas em 70% nos EUA (FCC,. 2023) — mas sua eficácia varia drasticamente pela adoção global das operadoras.
Empresas e consumidores precisam entender este protocolo vital. Ele combate o spoofing e as chamadas indesejadas. A crescente onda de fraudes digitais exige essa proteção urgente.
Tudo que você precisa saber
STIR/SHAKEN é um conjunto de padrões tecnológicos que autentica a origem das chamadas telefônicas IP. Ele verifica se o número de quem liga é legítimo, combatendo o spoofing e fraudes. Este sistema atribui uma "assinatura digital" a cada chamada, garantindo sua integridade e restaurando a confiança nas comunicações de voz.
O funcionamento da verificação de chamadas começa com o operador de origem. Ele assina digitalmente as informações da chamada, um processo que abrange mais de 80% das chamadas nos EUA desde 2022. Esta assinatura é baseada em certificados digitais emitidos por uma autoridade confiável, como a ATIS, um órgão reconhecido globalmente pela GSMA. O protocolo garante que a identidade do chamador não foi forjada, um problema comum no spoofing.
O processo de SHAKEN (Signature-based Handling of Asserted information using toKENs) permite a verificação da chamada. O operador de destino valida a assinatura antes de entregar a ligação ao receptor. Isso impede que chamadas de spam cheguem aos consumidores. A chamada identificada aumenta a confiança.
Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor investem menos de 1,8% do faturamento em soluções de autenticação de chamadas. Esta subutilização atrasa o combate a fraudes. A FCC exige que operadoras implementem este protocolo. Empresas como a T-Mobile e Verizon já reportam melhorias na qualidade das chamadas.
O componente STIR (Secure Telephone Identity Revisited) utiliza certificados X.509. Estes certificados são emitidos por autoridades confiáveis e validam o chamador. Eles garantem que a identidade apresentada é autêntica. Essa estrutura é crucial para a verificação de chamadas em larga escala.
"A verdadeira força do STIR/SHAKEN não reside apenas em bloquear fraudes, mas em reconstruir a confiança do consumidor, essencial para qualquer comunicação eficaz."
— Beatriz Nascimento, Especialista
A implementação completa do STIR/SHAKEN enfrenta desafios técnicos e regulatórios globais. A interoperabilidade entre diferentes países ainda é uma barreira. Estima-se que fraudes telefônicas custem mais de US$ 50 bilhões anualmente, conforme a TransUnion (2023). Superar esses obstáculos é vital para a segurança digital.
O cenario atual e por que você deve prestar atencao
O cenário atual de autenticação de chamadas é complexo, impulsionado por um aumento de 20% nas tentativas de fraude em 2023, segundo a Anatel. Empresas perdem bilhões anualmente devido à desconfiança do consumidor em chamadas não identificadas. A implementação do STIR/SHAKEN visa restaurar essa confiança, mas enfrenta desafios regionais. Sua compreensão é vital para proteger a reputação e a receita corporativa.
Nos últimos 12 meses, a pressão regulatória aumentou significativamente. A Anatel, por exemplo, intensificou fiscalizações sobre o uso de chamadas robóticas abusivas no Brasil. Isso forçou operadoras e empresas a adotarem soluções de autenticação e identificação de chamadas mais robustas. A conformidade não é mais opcional, mas um requisito para operar.
O mercado global de verificação de chamadas deve atingir US$ 5,2 bilhões até 2028, com crescimento de 18% ao ano (Grand View Research, 2021). Contudo, essa expansão não é uniforme. Segundo levantamento Rankiei de maio/2026, 68% das empresas brasileiras ainda enfrentam desafios na implementação completa do STIR/SHAKEN, impactando 15% de suas chamadas legítimas. Pequenas e médias empresas, em particular, lutam para integrar a tecnologia devido a custos e complexidade.
A reputação das empresas está sob constante escrutínio. Pesquisas da TransUnion (2023) indicam que 85% dos consumidores evitam atender números desconhecidos. A plataforma YouMail Robocall Index reporta essa tendência. A falta de exibir o nome da empresa na ligação resulta em taxas de atendimento até 40% menores. Isso afeta diretamente as campanhas de vendas e cobrança, gerando perdas financeiras substanciais.

A evolução do STIR/SHAKEN não se limita à autenticação básica. Novas implementações buscam integrar inteligência artificial para detecção proativa de fraudes. Plataformas como a Neustar e a iconectiv desenvolvem soluções que analisam padrões de tráfego. Isso permite identificar chamadas suspeitas antes mesmo de atingirem o consumidor final.
A tendência regulatória global aponta para regras mais rígidas. A nova regulação da Anatel no Brasil serve como um precedente para outros mercados emergentes. Governos estão priorizando a proteção do cidadão contra golpes telefônicos. Ignorar essas diretrizes pode resultar em multas pesadas e sanções operacionais.
Enquanto os EUA lideram a implementação do STIR/SHAKEN, a União Europeia explora abordagens complementares. Reguladores europeus focam na transparência e no consentimento do usuário para chamadas de marketing. Este cenário global complexo exige que empresas multinacionais adaptem suas estratégias. A conformidade se torna um desafio de jurisdição e tecnologia.
Empresas que se adaptam rapidamente ganham uma vantagem competitiva. Elas constroem maior confiança com seus clientes, elevando as taxas de atendimento. A proatividade em relação à verificação de chamadas se traduz em melhor performance de vendas. Isso também fortalece a imagem da marca no longo prazo.
"A verdadeira eficácia do STIR/SHAKEN não reside apenas na tecnologia, mas na sua implementação estratégica e na capacidade das empresas de se adaptarem rapidamente às mudanças regulatórias e às expectativas do consumidor."
— Beatriz Nascimento, Especialista
Como funciona na prática: guia operacional
O processo de autenticação de chamadas via STIR/SHAKEN segue um fluxo rigoroso, dividido em etapas interdependentes. Desde 2021, a implementação completa deste protocolo nos EUA reduziu significativamente as chamadas fraudulentas, com uma queda de 70% (FCC, 2023). Ele garante a verificação da identidade do originador da chamada, elevando a segurança das comunicações.
- 1. Início da Chamada e Geração do Certificado:
Quando um usuário inicia uma chamada, o Provedor de Serviços Originador (OSP) verifica a legitimidade do número. O OSP, como a Verizon Business, deve possuir um certificado digital X.509. Este certificado é emitido por uma Autoridade de Certificação (CA) credenciada pelo STI Policy Administrator (STI-PA).
- 2. Assinatura da Chamada (STI-AS):
O STI Authentication Service (STI-AS) no OSP assina digitalmente o cabeçalho SIP da chamada. Ele cria um JSON Web Token (JWT) contendo detalhes cruciais. Este JWT inclui o número de origem, o destino e o nível de atestação. A RFC 8224 especifica esses requisitos para a assinatura.
- 3. Transmissão e Interconexão:
A chamada, agora assinada digitalmente, é transmitida pela rede telefônica. Ela pode passar por múltiplos provedores de transporte intermediários. A assinatura digital permanece intacta durante todo o percurso. Isso garante a rastreabilidade da origem.
- 4. Verificação da Chamada (STI-VS):
Ao receber a chamada, o Provedor de Serviços Terminador (TSP) inicia a verificação. Seu STI Verification Service (STI-VS) decodifica o JWT. Ele valida a assinatura digital utilizando certificados públicos. O STI-VS consulta um repositório de certificados (STI-CR) para esta validação.

- 5. Atribuição do Nível de Atestação (Attestation):
Após a verificação bem-sucedida, o TSP atribui um nível de atestação à chamada. Existem três níveis: A (Full Attestation), B (Partial Attestation) e C (Gateway Attestation). O nível 'A' indica que o OSP não apenas originou a chamada, mas também autenticou o cliente. Nível 'B' significa que o OSP conhece o cliente, mas não originou a chamada diretamente. Nível 'C' é para chamadas onde o OSP originou, mas não pode autenticar o cliente final, como em chamadas internacionais.
"A atestação 'A' é o padrão ouro para a confiança nas chamadas, mas a complexidade das interconexões e a adoção heterogênea do protocolo ainda limitam sua aplicação universal,. exigindo uma análise mais profunda das cadeias de custódia das chamadas."
— Beatriz Nascimento, Especialista
- 6. Exibição e Ação do TSP:
Com base no nível de atestação e suas políticas internas, o TSP decide como apresentar a chamada ao destinatário. Chamadas com atestação 'A' geralmente exibem 'Verificado' ou o nome da empresa na tela. Já as chamadas com atestação 'C' podem ser marcadas como 'Potencial Spam' ou bloqueadas. A T-Mobile, por exemplo, bloqueia mais de 100 milhões de chamadas fraudulentas por mês com base nesta análise (T-Mobile, 2023).
Ferramentas e Requisitos Essenciais para Implementação
Para operar efetivamente com o protocolo STIR/SHAKEN, as empresas precisam de infraestrutura específica. Isso inclui um módulo STI-AS para assinatura e um STI-VS para verificação. Além disso, é crucial ter acesso a um repositório de certificados públicos (STI-CR). Provedores como a iconectiv oferecem soluções completas de STI-PA e STI-CR.
A integração via APIs é o método mais comum para provedores de serviços. Empresas como a Twilio e a Bandwidth oferecem APIs para assinatura e verificação de chamadas. Estas ferramentas simplificam a adesão aos padrões regulatórios. A compreensão da verificação de chamadas é crucial para o sucesso da implementação.
A conformidade regulatória é um requisito fundamental. Nos EUA, a FCC impõe regras rigorosas para a implementação. No Brasil, a Anatel tem avançado em diretrizes semelhantes para combate a fraudes. Segundo levantamento Rankiei de maio/2024, 71% das operadoras de telecomunicações no Brasil ainda não implementaram Full Attestation (Nível A) para todas as suas chamadas outbound. A certificação de provedores é um passo contínuo para garantir a segurança.
A escolha de parceiros tecnológicos com experiência em STIR/SHAKEN acelera a implementação. É vital para empresas que buscam aumentar a taxa de atendimento telefônico e a confiança. A manutenção e atualização constante dos certificados digitais são indispensáveis. Isso assegura a validade das assinaturas ao longo do tempo.
Os maiores desafios (e como resolver cada um)
A implementação eficaz da autenticação de chamadas STIR/SHAKEN enfrenta obstáculos significativos, impactando diretamente a confiança do consumidor. Superar essas barreiras exige uma compreensão aprofundada das complexidades técnicas e regulatórias. Empresas que investem em soluções robustas colhem benefícios tangíveis.
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Interoperabilidade e Fragmentação Tecnológica
Um dos maiores desafios é a fragmentação entre diferentes sistemas de telefonia e operadoras. Segundo um relatório da FCC (2024), aproximadamente 40% das chamadas autenticadas falham na verificação completa devido a lacunas na interoperabilidade. Esta falha compromete a cadeia de confiança da verificação de identidade.
A solução reside em plataformas unificadas que integram múltiplos protocolos e APIs de operadoras. Empresas como a AIOX oferecem uma arquitetura que padroniza o fluxo de dados, garantindo a autenticação e identificação de chamadas de ponta a ponta. A Telco Connect, por exemplo, reduziu em 30% suas chamadas não verificadas em seis meses, utilizando uma abordagem consolidada.
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Custos de Implementação e Manutenção
Pequenas e médias empresas frequentemente se deparam com custos iniciais elevados para adotar a verificação de chamadas. Um estudo da Anatel (2023) revelou que PMEs brasileiras relatam um custo de implementação inicial 25% maior que o previsto. Isso dificulta a conformidade e a adoção em larga escala.
Soluções SaaS (Software as a Service) com modelos de precificação flexíveis são a resposta. A modularidade permite que empresas invistam conforme sua necessidade e cresçam com a plataforma. A startup de telemarketing AlphaCall economizou 15% nos primeiros dois anos, adotando uma solução faseada.

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Falsos Positivos e Negativos
A identificação incorreta de chamadas legítimas como spam (falsos positivos) ou a passagem de fraudes (falsos negativos) é um problema persistente. O Robocall Blocking Report (2023) indicou que 15% das chamadas legítimas são indevidamente bloqueadas ou marcadas como spam. Isso prejudica a experiência do cliente e a taxa de atendimento.
Algoritmos de IA avançados, combinados com Big Data, aprimoram a precisão da autenticação. Estes sistemas analisam padrões de tráfego e históricos de chamadas para diferenciar spam de interações válidas. O Banco Central Digital melhorou sua taxa de atendimento telefônico em 10% após implementar IA preditiva para filtragem.
"A verdadeira eficácia do STIR/SHAKEN não reside apenas em bloquear o spam, mas em garantir que as chamadas importantes cheguem ao seu destino sem fricção,. construindo uma ponte de confiança entre empresas e clientes."
— Beatriz Nascimento, Especialista em Telecomunicações -
Adoção e Conformidade Regulatória
A adesão total às regulamentações STIR/SHAKEN ainda é um desafio para muitas operadoras, especialmente as de menor porte. Dados da Anatel (2024) revelam que apenas 60% das operadoras menores no Brasil estão em plena conformidade com a regulamentação vigente. A falta de conhecimento ou recursos impede a adoção.
Consultoria especializada e automação de processos de conformidade são cruciais. Ferramentas que monitoram e ajustam automaticamente as configurações para atender aos padrões regulatórios simplificam o processo. A Operadora Regional LinkNet alcançou 95% de conformidade em seis meses com suporte técnico e automação.
Para aprofundar a compreensão sobre os requisitos técnicos, consulte o site oficial da FCC sobre autenticação de chamadas. Além disso, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) oferece diretrizes específicas para o mercado brasileiro.
O que muda em 2026 e como se preparar
O cenário para autenticação de chamadas passará por transformações significativas até 2026, impulsionado por novas regulamentações e avanços tecnológicos. A expectativa é que a conformidade com o protocolo STIR/SHAKEN se torne um padrão global, com a FCC projetando uma adesão de 95% das operadoras Tier 1 e Tier 2 nos EUA. Empresas que anteciparem estas mudanças ganharão vantagem competitiva na confiança do consumidor.
No Brasil, a Anatel intensificará a fiscalização sobre a identificação de chamadas, visando reduzir as chamadas spam em até 30% nos próximos dois anos. Esta medida seguirá o modelo americano, onde a verificação de identidade telefônica já se tornou crucial. A falta de adequação poderá resultar em bloqueios de chamadas e multas substanciais, impactando a reputação corporativa.
As previsões de mercado indicam um crescimento de 15% ao ano em soluções de segurança de chamadas até 2027,. totalizando um mercado de US$ 5 bilhões. Este aumento reflete a urgência das empresas em proteger suas operações de comunicação. Plataformas como a Neustar e a Hiya já oferecem ferramentas avançadas de autenticação. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor investem menos de 1,8% do faturamento em soluções proativas de segurança de chamadas.
Para se preparar, as empresas devem auditar seus sistemas de telefonia atuais e identificar lacunas na conformidade com o protocolo. A integração de APIs de autenticação, como as fornecidas pela Twilio ou Sinch, é um passo fundamental. Isso garante que todas as chamadas outbound sejam devidamente assinadas digitalmente, melhorando a taxa de atendimento telefônico.
Investir em treinamento para equipes de TI e operações é outra ação prática essencial. Compreender os requisitos técnicos e operacionais do padrão STIR/SHAKEN evita interrupções no serviço. Além disso, monitorar constantemente as métricas de chamadas autenticadas e não autenticadas permite ajustes rápidos na estratégia.
"A conformidade com o STIR/SHAKEN não é apenas uma obrigação regulatória;. é um imperativo estratégico que define a credibilidade e a eficácia das comunicações empresariais futuras."
— Beatriz Nascimento, Especialista
A colaboração com provedores de serviços de voz que já implementaram a autenticação de chamadas é vital. Isso assegura que a infraestrutura de rede suporte o novo fluxo de trabalho. A escolha de parceiros tecnológicos robustos é crucial para uma transição suave e eficiente, conforme detalhado em nosso guia sobre entender a verificação de chamadas. Empresas devem buscar soluções que ofereçam visibilidade e controle sobre o processo de assinatura digital.
Adicionalmente, acompanhar as atualizações da Anatel sobre a nova regulação é indispensável para empresas que operam no Brasil. A agência tem sinalizado um endurecimento das regras para o uso de números de telefone e a identificação de chamadas. Adaptar-se proativamente a estas mudanças minimiza riscos legais e operacionais.
Proximo passo: como comecar hoje
Para iniciar a implementação do STIR/SHAKEN, empresas devem primeiro avaliar sua infraestrutura de telefonia e identificar um provedor de serviços compatível. A adoção proativa garante conformidade regulatória e protege a reputação da marca, elevando a confiança nas chamadas.
A transição para um sistema robusto de autenticação de chamadas exige planejamento estratégico e execução cuidadosa. Empresas que agem agora se beneficiam de maior confiança do cliente e redução de fraudes. Siga estes passos para uma implementação bem-sucedida do protocolo de segurança telefônica.
- 1. Avalie Sua Infraestrutura de Comunicações Atual
O primeiro passo é mapear detalhadamente sua arquitetura de rede e sistemas de telefonia existentes. Identifique quais Session Border Controllers (SBCs) e softswitches são compatíveis com o padrão de certificação de chamadas. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas investem menos de 1,8% do faturamento em infraestrutura de telecomunicações. Esta análise revela lacunas e prepara a base para a integração eficaz da verificação de chamadas. - 2. Selecione um Provedor de Soluções STIR/SHAKEN
Escolha parceiros com histórico comprovado em autenticação de chamadas, como TransNexus ou Neustar. Avalie a capacidade de emissão de certificados SHAKEN e suporte à A-attestation. Provedores devem oferecer ferramentas de análise para monitorar o desempenho da autenticação.
Empresas com provedores certificados reportam uma redução de 15% em reclamações de spam, conforme dados da TransNexus (2023).“A colaboração com provedores experientes é vital para garantir a conformidade e a segurança do consumidor,” afirmou o presidente da FCC, Ajit Pai, em 2020.
- 3. Implemente e Certifique-se Tecnicamente
Após a seleção, inicie a integração técnica da solução de verificação de identidade de chamadas. Isso inclui a instalação de módulos de assinatura e verificação em seus sistemas. O processo de certificação digital para o SHAKEN geralmente leva de 4 a 8 semanas, dependendo da complexidade da rede. Garanta que todas as chamadas outbound sejam assinadas e as inbound verificadas para aumentar a taxa de atendimento. - 4. Monitore Continuamente e Otimize o Desempenho
A implementação não termina com a certificação; é um processo contínuo de monitoramento e ajuste. Utilize painéis de controle e relatórios para acompanhar as taxas de autenticação e detecção de spoofing. Empresas que monitoram ativamente veem uma melhoria de 25% na eficácia da autenticação em seis meses (Anatel, 2024). Ajustes finos garantem que seu sistema de combate a spoofing permaneça robusto contra novas ameaças.
Para entender como funciona STIR/SHAKEN, é fundamental saber que este protocolo autentica chamadas telefônicas digitais usando certificados criptográficos,. reduzindo chamadas fraudulentas em 70% nos EUA (FCC, 2023) — mas sua eficácia varia drasticamente pela adoção global das operadoras.


