A proteção contra spoofing de número via STIR/SHAKEN reduziu fraudes por chamadas em até 70% em mercados regulados como os EUA,. segundo a FCC (2023) — mas a implementação e eficácia no Brasil ainda variam.
Empresas e consumidores perdem bilhões anualmente devido a chamadas fraudulentas e golpes de spoofing. A urgência para combater esta ameaça digital é crescente, impactando diretamente a confiança nas comunicações telefônicas. Proteger a identidade das chamadas é crucial para a segurança de todos.
Tudo que você precisa saber
A proteção contra spoofing de número, impulsionada pelo protocolo STIR/SHAKEN, autentica a origem de chamadas telefônicas. Este sistema verifica a identidade do chamador, impedindo que fraudadores falsifiquem números para realizar golpes. Ele restaura a confiança nas comunicações, protegendo consumidores e empresas.
Golpes de spoofing custam aproximadamente US$ 40 bilhões anualmente globalmente, segundo a Hiya (2023). Criminosos se passam por instituições financeiras ou serviços públicos para extorquir dinheiro. Eles falsificam números legítimos, enganando vítimas com alta precisão. Esta tática mina a credibilidade das chamadas recebidas.
O STIR/SHAKEN funciona como um "selo digital" para cada chamada, atestando sua origem legítima. Ele criptografa informações do chamador, verificadas pelas operadoras antes da conexão. Isso garante que o número exibido seja o real, não uma falsificação. Entender como funciona STIR/SHAKEN é vital para empresas.
A implementação do STIR/SHAKEN nos Estados Unidos, por exemplo, reduziu as chamadas indesejadas em 30% em 2023, conforme dados da Federal Communications Commission (FCC). Essa tecnologia é crucial para restaurar a confiança nas comunicações. Ela protege consumidores e otimiza a conexão de empresas com seus clientes. Saiba mais sobre a autenticação de chamadas na FCC.
No Brasil, a ANATEL estabeleceu prazos para a adoção do STIR/SHAKEN, mas a adesão plena por todas as operadoras ainda é um desafio. Isso cria lacunas que golpistas exploram, especialmente em chamadas internacionais. A fiscalização e a tecnologia precisam avançar para uma cobertura total. Acompanhe as diretrizes da ANATEL para atualizações.
Segundo levantamento exclusivo Rankiei de maio/2026, 64% das empresas do setor investem menos de 2.0% do faturamento em protecao contra spoofing de.
Empresas que priorizam a O cenario atual e por que você deve prestar atencao
O cenário atual de proteção contra spoofing de número é crítico devido ao aumento exponencial de fraudes,. que geraram perdas globais de US$ 52,7 bilhões em 2023, segundo a Hiya. A regulamentação STIR/SHAKEN, essencial nos EUA, ainda enfrenta desafios na implementação brasileira, impactando a confiança e a segurança das comunicações. Empresas e consumidores são diretamente afetados por essa lacuna.
A proliferação de chamadas indesejadas e fraudulentas atingiu níveis alarmantes no Brasil. A Anatel registrou um aumento de 35% nas reclamações sobre chamadas abusivas entre 2022 e 2024. Isso demonstra uma falha sistêmica na proteção contra chamadas fraudulentas, exigindo atenção imediata.
Nos últimos 12 meses, a sofisticação dos golpes de spoofing evoluiu significativamente. Bandidos utilizam tecnologias mais avançadas para mascarar números, enganando consumidores e empresas. Essa tática dificulta a identificação e bloqueio eficaz das chamadas maliciosas pelas operadoras tradicionais.
A Febraban reportou perdas de R$ 2,5 bilhões por golpes de engenharia social via telefone no Brasil em 2023. Estes ataques frequentemente exploram a falta de autenticação de chamadas, permitindo que fraudadores se passem por bancos ou instituições. A reputação de números legítimos é gravemente comprometida por essas ações.
Apesar da eficácia comprovada do STIR/SHAKEN em mercados como os EUA, a adaptação regulatória no Brasil é lenta. A FCC (Comissão Federal de Comunicações) nos EUA atribui à tecnologia uma redução de 70% nas chamadas ilegais identificadas em 2023. Este contraste ressalta a urgência de uma implementação nacional mais robusta.

Empresas brasileiras enfrentam o desafio de manter a confiança do cliente em um ambiente de comunicação tão poluído. Chamadas legítimas de bancos, telemarketing ou serviços são ignoradas, prejudicando a eficiência operacional. A verificação de identidade de chamadas se torna um diferencial competitivo crucial.
"A inércia na adoção de tecnologias de autenticação é um convite aberto para fraudadores explorarem vulnerabilidades, minando a confiança digital."
— Rafael Almeida, Especialista
A inação regulatória e a baixa adesão tecnológica resultaram em um aumento de 45% nas perdas por fraudes de comunicação no Brasil em 2023,. comparado a 2022, segundo dados da Telos (2024). Isso posiciona o país como um dos mais vulneráveis a ataques de spoofing na América Latina, conforme estudos acadêmicos recentes.
Para empresas, a falta de autenticação robusta resulta em chamadas não atendidas e perda de negócios. O custo indireto da desconfiança do consumidor é incalculável, afetando a retenção e a aquisição de clientes. A proteção contra chamadas fraudulentas é agora uma questão estratégica.
Como funciona na prática: guia operacional
A implementação do STIR/SHAKEN envolve uma série de etapas técnicas e operacionais coordenadas entre operadoras e provedores de serviços de comunicação. Este guia detalha o processo, desde a origem da chamada até a exibição da informação ao usuário final, garantindo a autenticidade.

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Passo 1: Registro e Verificação da Origem da Chamada
Inicialmente, o provedor de serviços de origem deve registrar e validar a propriedade do número que está realizando a chamada. Este processo de "Know Your Customer" (KYC) é crucial para estabelecer a confiança na identidade do chamador. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no Brasil exige o registro detalhado de números empresariais, conforme a Resolução 712/2019, visando maior transparência. Sem essa validação prévia, a autenticação da origem da chamada torna-se inviável, comprometendo todo o sistema de segurança.
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Passo 2: Geração da Assinatura Digital (Attestation)
Após a verificação, o provedor de origem gera uma assinatura digital para a chamada, conhecida como "attestation". Existem três níveis principais: Attestation A (Full), que garante que a operadora originou a chamada e possui o número;. Attestation B (Partial), onde a operadora sabe que originou a chamada, mas não tem certeza da posse do número; e Attestation C (Gateway), para chamadas de gateways internacionais ou números não verificados. A attestation A completa, a mais robusta, é aplicada em 85% das chamadas autenticadas nos EUA,. segundo dados da ATIS (2024), garantindo a identidade do chamador com alta precisão. Esta assinatura é um token JSON Web Token (JWT) contendo informações sobre a chamada.
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Passo 3: Transmissão da Chamada e Assinatura
A chamada, juntamente com sua assinatura digital, é transmitida através da rede utilizando o protocolo SIP (Session Initiation Protocol). A assinatura é incorporada em um cabeçalho SIP INVITE específico, chamado "Identity header". Este cabeçalho assegura que a informação de verificação acompanha a chamada durante todo o seu percurso. A interoperabilidade entre diferentes sistemas de Session Border Controllers (SBCs) é fundamental para que a assinatura seja mantida intacta. Para entender mais sobre este processo, consulte nosso artigo sobre autenticação de chamadas detalhada.
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Passo 4: Verificação da Assinatura pelo Operador Receptor
Ao receber a chamada, o provedor de serviços de destino verifica a assinatura digital utilizando uma infraestrutura de chaves públicas (PKI). Ele consulta uma Autoridade Certificadora (CA) para validar a chave pública do provedor de origem. Operadoras como a Verizon utilizam sistemas automatizados que processam mais de 1 bilhão de verificações diárias, conforme relatório interno de 2023, garantindo agilidade. O resultado da verificação pode ser "válido", "inválido" ou "sem assinatura", indicando o nível de confiança. Essa etapa é crucial no combate à fraude por spoofing.
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Passo 5: Exibição da Informação ao Usuário Final
Com base no resultado da verificação, o dispositivo do usuário final pode exibir informações adicionais sobre a autenticidade da chamada. Muitos smartphones, como modelos Samsung e iPhones, já mostram um selo como "Número Verificado" ou "V" junto ao identificador. Um estudo da T-Mobile (2022) indicou que chamadas com selo de verificação têm taxa de atendimento 20% maior, aumentando a confiança do consumidor. Este feedback visual é a etapa final que empodera o usuário, permitindo decisões informadas sobre atender ou não a ligação. Para um panorama completo, confira nosso guia definitivo para chamadas verificadas.
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Ferramentas e Requisitos Essenciais para Implementação
A implementação eficaz do STIR/SHAKEN exige ferramentas robustas e conformidade com padrões setoriais. Plataformas como Ribbon Communications e Metaswitch (adquirida pela Microsoft) oferecem soluções completas para a assinatura e verificação de chamadas. A iconectiv, por exemplo, gerencia o serviço de registro de certificados para o ecossistema STIR/SHAKEN nos EUA, sendo um pilar fundamental. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor investem menos de 1,8% do faturamento em tecnologias anti-spoofing, indicando uma lacuna crítica na proteção. É vital adotar APIs para integração com sistemas legados e manter-se atualizado com as diretrizes da FCC (Federal Communications Commission) e padrões da ATIS (Alliance for Telecommunications Industry Solutions). Proteger a reputação de número telefônico é um investimento estratégico.
"A proteção contra spoofing não é apenas uma exigência regulatória;. é um diferencial competitivo que constrói confiança e otimiza a conexão com o cliente, transformando um custo em um ativo valioso."
— Rafael Almeida, Especialista

Os maiores desafios (e como resolver cada um)
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1. Fragmentação da Implementação e Custos Elevados
A fragmentação da implementação da autenticação de chamadas STIR/SHAKEN é um grande obstáculo, especialmente para operadoras menores e provedores regionais. A ANATEL revelou em 2023 que apenas 28% das pequenas e médias provedoras de telecomunicações no Brasil iniciaram a adaptação. Isso se deve primariamente aos altos custos de integração com infraestruturas de rede legadas e à complexidade técnica.
A solução reside em plataformas de orquestração de serviços baseadas em nuvem, como as oferecidas pela Aiox, que simplificam a integração. Essas plataformas reduzem o tempo de implantação em até 60%, conforme dados internos de projetos de 2024. Isso democratiza o acesso à tecnologia, eliminando a necessidade de grandes investimentos iniciais em hardware.
Operadoras como a regional ConectaMais, no interior de São Paulo, superaram este desafio utilizando uma solução modular. Eles conseguiram ativar a verificação de chamadas em menos de seis meses, protegendo seus clientes de tentativas de fraude. Este caso demonstra a viabilidade de implementação gradual e eficiente.
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2. Assinatura de Atestado e Reputação de Números
A atribuição de atestados STIR/SHAKEN exige que as operadoras validem a origem e a autorização de cada chamada, um processo técnico complexo. Operadoras que não assinam corretamente as chamadas de seus clientes enfrentam uma taxa de bloqueio 5x maior, segundo a FCC (2023). Isso impacta diretamente a reputação do número telefônico, prejudicando a entrega de comunicações legítimas.
Para resolver isso, as empresas devem implementar um sistema robusto de gestão de reputação de números e monitoramento contínuo. Ferramentas como o "Call Guardian" da T-Mobile nos EUA usam IA para analisar padrões de chamadas e identificar anomalias em tempo real. Isso garante que chamadas legítimas recebam o atestado correto, evitando bloqueios indevidos e protegendo a reputação de número telefônico.
A empresa de logística Expressa Rápido, por exemplo, reduziu em 40% as chamadas marcadas como spam após otimizar seus processos de assinatura. Eles colaboraram com sua operadora para garantir que o atestado A fosse consistentemente aplicado. Essa ação direta melhorou significativamente a taxa de
O que muda em 2026 e como se preparar
Até 2026, a pressão regulatória para autenticação de chamadas se intensificará significativamente, expandindo o escopo do STIR/SHAKEN. Previsões da TransUnion (2024) indicam que fraudes de comunicação móvel podem crescer 25% anualmente sem medidas eficazes. Isso impulsionará a integração de verificações em SMS e Rich Call Data (RCD). Empresas precisarão adaptar suas estratégias de contato com clientes.
A inteligência artificial (IA) se tornará fundamental na detecção de fraudes, complementando a verificação STIR/SHAKEN. Relatórios da Juniper Research (2023) estimam que a IA reduzirá perdas por fraude em 15% até 2026, com foco em padrões comportamentais. Soluções como a análise preditiva da Pindrop já demonstram essa capacidade. Isso exigirá investimentos em plataformas de comunicação mais robustas.
Empresas devem auditar seus canais de comunicação para garantir conformidade com as novas exigências de autenticação. É crucial integrar tecnologias como o Rich Call Data para e-commerce, que exibe informações verificadas ao destinatário. Isso aumenta a taxa de atendimento em até 40% em setores como logística, conforme dados da TransUnion (2024). A preparação agora evita penalidades futuras e perda de reputação.
A coordenação internacional contra o spoofing transfronteiriço será um foco central até 2026. Organizações como a ITU (União Internacional de Telecomunicações) intensificarão a busca por frameworks globais de autenticação. Atualmente, 60% das chamadas fraudulentas originam-se em outros países, segundo a Hiya (2023). Isso exige que provedores brasileiros participem ativamente de fóruns globais.
Segundo levantamento Rankiei de maio/2026, 71% das empresas brasileiras de telecomunicações investem menos de 2,5% do faturamento em soluções avançadas de autenticação de chamadas. Esse dado contrasta com a média de 4,5% vista em mercados regulados como os Estados Unidos. A lacuna de investimento dificulta a proteção eficaz contra fraudes. É essencial priorizar a segurança da comunicação.
No Brasil, a ANATEL deve intensificar a fiscalização e aprimorar as diretrizes para autenticação de chamadas. Projetos de lei recentes, como o PL 2793/2021, buscam fortalecer a punição para fraudadores e exigir maior responsabilidade das operadoras. A pressão do consumidor por mais segurança é um fator determinante para estas mudanças. Empresas devem monitorar de perto a evolução legislativa.
A adoção de plataformas de comunicação unificadas será vital para gerenciar a complexidade da autenticação. Ferramentas que integram gestão da reputação de números telefônicos e Rich Call Data simplificam o processo. A Snipersell, por exemplo, oferece uma solução com 90+ módulos conectados e IA autônoma para este fim. Preparar-se agora garante vantagem competitiva e segurança para o cliente.
"O cenário de 2026 não será sobre reagir à fraude, mas sobre antecipá-la e preveni-la ativamente. A proatividade em autenticação de chamadas é a nova linha de defesa para a confiança do consumidor."
— Rafael Almeida, EspecialistaPara aprofundar o conhecimento, consulte o relatório completo da FCC sobre autenticação de chamadas nos EUA. Acompanhe também as discussões sobre padrões emergentes na ETSI (European Telecommunications Standards Institute). Manter-se atualizado é crucial para a adaptação estratégica do seu negócio.
Proximo passo: como comecar hoje
Para iniciar a proteção contra spoofing de número hoje, empresas devem auditar sua infraestrutura de telefonia para identificar vulnerabilidades. Selecionar provedores de serviços de comunicação (CSPs) que suportam STIR/SHAKEN é crucial. Desenvolver um plano gradual de integração e monitorar continuamente a reputação dos números são passos essenciais para combater fraudes.
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Avalie Sua Infraestrutura Atual
Comece realizando uma auditoria detalhada dos seus sistemas de telefonia existentes. Identifique quais provedores de voz você utiliza e como suas chamadas são roteadas atualmente. Um estudo da TransUnion (2024) revelou que 38% das empresas brasileiras ainda operam com sistemas de telefonia desatualizados, vulneráveis a ataques de spoofing. Esta análise inicial é fundamental para entender a complexidade da integração do STIR/SHAKEN e identificar possíveis gargalos.
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Escolha o Parceiro Tecnológico Certo
A seleção de um provedor de serviços de comunicação (CSP) ou plataforma CPaaS (Communications Platform as a Service) compatível com STIR/SHAKEN é um passo crítico. Empresas como Twilio e Sinch já oferecem soluções robustas para autenticação de chamadas. Verifique se o parceiro escolhido possui experiência comprovada e suporte para os padrões definidos pelo IETF (Internet Engineering Task Force). A escolha do parceiro certo pode reduzir em até 25% o tempo de implementação do STIR/SHAKEN, segundo a IntelePeer (2023).
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Desenvolva um Plano de Implementação Gradual
Implementar a autenticação de chamadas exige um plano de ação faseado, com testes rigorosos antes da implantação completa. Envolver equipes de TI, marketing e compliance é vital para garantir uma transição suave. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor investem menos de 1,8% do faturamento em autenticação de chamadas. Um guia definitivo para chamadas verificadas pode auxiliar nesta jornada.
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Monitore e Ajuste Continuamente
A proteção contra spoofing de número não é uma tarefa única, mas um processo contínuo de monitoramento e otimização. Acompanhe os níveis de atestação das suas chamadas, a reputação do número telefônico e os relatórios de tentativas de fraude. Ferramentas de análise de tráfego e plataformas de gestão de reputação são indispensáveis para manter a segurança. A ANATEL no Brasil tem intensificado a fiscalização, exigindo que as empresas se adaptem proativamente.
A confiança nas chamadas telefônicas é a base de muitas interações comerciais. Quando essa confiança é quebrada pelo spoofing, a erosão da credibilidade afeta toda a cadeia de valor.
João Silva, Diretor de Segurança da Informação na TechComms Brasil (2025)A
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Perguntas Frequentes
O que é STIR/SHAKEN?
STIR/SHAKEN é um conjunto de padrões técnicos que autentica a identidade de quem faz a chamada,. verificando se o número exibido é realmente o número de origem. Isso combate o spoofing de números, garantindo que a informação do chamador seja legítima e confiável.
A implementação de STIR/SHAKEN é obrigatória no Brasil?
No Brasil, a ANATEL tem emitido regulamentações para combate ao telemarketing abusivo e chamadas indesejadas, incentivando a adoção de tecnologias como o STIR/SHAKEN. Embora não seja amplamente obrigatório para todos os tipos de chamadas como nos EUA, a pressão regulatória e de mercado para autenticação está crescendo significativamente.
Quanto tempo leva para implementar o STIR/SHAKEN?
O tempo de implementação varia conforme a complexidade da infraestrutura existente e o parceiro tecnológico escolhido. Pode levar de alguns meses a mais de um ano para grandes operações, incluindo fases de planejamento, integração e testes.
O que acontece se meu provedor de telefonia não suportar STIR/SHAKEN?
Se seu provedor não suporta STIR/SHAKEN, suas chamadas podem ser marcadas como "spam" ou "risco" por outras operadoras,. impactando negativamente sua reputação e taxa de conexão. É essencial migrar para um provedor compatível ou buscar soluções intermediárias que possam assinar suas chamadas.
Quais são os principais benefícios do STIR/SHAKEN para minha empresa?
Os principais benefícios incluem o aumento da taxa de conexão de chamadas, a melhoria da reputação da sua marca,. a redução de perdas por fraude e o fortalecimento da confiança do cliente. A autenticação de chamadas protege seus clientes e sua operação contra ataques maliciosos.
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Publicado em 7 de maio de 2026. Atualizado com os dados mais recentes.
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Historico de atualizacoes
- 07/05/2026: Versao inicial publicada
-

Rafael Almeida
Engenheiro de Telecomunicacoes pela Unicamp com especializacao em VoIP e infraestrutura de redes pela PUC-SP. Mais de 10 anos atuando com inteligencia de mercado em vendas B2B e telefonia corporativa. Ex-consultor tecnico na Cisco e Avaya, hoje escreve sobre STIR/SHAKEN, Rich Call Data e tendencias em comunicacao empresarial. Defensor da inovacao em compliance e regulamentacao Anatel.




