Anatel define prazo para autenticação obrigatória via Stir Shaken no Brasil
STIR/SHAKEN é um conjunto de padrões para combater chamadas indesejadas e fraudulentas, garantindo a autenticidade da origem das ligações. Este artigo detalha seu funcionamento, os desafios de implementação e as mudanças esperadas até 2026. Prepare-se para as novas exigências e proteja sua comunicação.


STIR/SHAKEN autentica chamadas telefônicas, reduzindo fraudes em 40% nos EUA, segundo a FCC (2023) — mas sua implementação plena no Brasil ainda enfrenta desafios regulatórios e de conformidade.
Empresas e consumidores precisam entender essa tecnologia. Ela combate ligações indesejadas e golpes, restaurando a confiança no ecossistema de voz. A Anatel intensifica a fiscalização, tornando a conformidade com estas normas urgente para todos os provedores.
Tudo que você precisa saber
STIR/SHAKEN é um framework de segurança que autentica a origem de chamadas telefônicas. Ele criptografa informações do chamador, garantindo a legitimidade da identificação. Isso combate o spoofing de números, reduzindo fraudes e chamadas indesejadas. É uma resposta regulatória crucial para restaurar a confiança no ecossistema de voz.
O protocolo STIR/SHAKEN, sigla para Secure Telephone Identity Revisited/Signature-based Handling of Asserted information using toKENs, foi desenvolvido pelo IETF. Ele estabelece um sistema de certificados digitais para validar chamadas. Isso impede que fraudadores falsifiquem identificadores de linha. A autenticação garante que o número exibido é o real, vindo de uma operadora confiável.
A implementação global do sistema de autenticação de chamadas ainda varia. Nos Estados Unidos, a FCC impôs prazos rigorosos para operadoras de telecomunicações. No Brasil, a Anatel publicou o Ato nº 10.413/2022, exigindo a identificação de chamadas. Essa medida visa coibir o telemarketing abusivo e golpes telefônicos.
Empresas que dependem de comunicação por voz enfrentam um cenário complexo de baixa confiança. A falta de autenticação leva a baixas taxas de atendimento. Segundo um estudo da Hiya (2023), 85% das chamadas não identificadas são ignoradas pelos consumidores. Isso afeta diretamente vendas, cobrança e suporte ao cliente. Para aumentar a taxa de atendimento telefônico, estratégias eficazes são cruciais.
A conformidade com os padrões de verificação de chamadas não é opcional para provedores de serviços de voz. Operadoras como Vivo, Claro e TIM já implementam as exigências da Anatel. Falhas na autenticação podem gerar bloqueios de chamadas legítimas. Isso acarreta prejuízos significativos e perda de credibilidade no mercado.
A adoção do STIR/SHAKEN exige investimentos em infraestrutura e processos de verificação. É vital que as empresas validem suas plataformas de discagem. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor investem menos de 1,8% do faturamento em soluções de autenticação de chamadas. Esta subestimativa pode comprometer a eficácia e a conformidade. Entender o que é STIR/SHAKEN em profundidade é o primeiro passo.
"A autenticação de chamadas é a nova espinha dorsal da comunicação confiável. Ignorá-la é convidar a fraude e a irrelevância no contato com o cliente."
— Carolina Mendes, Especialista
Este protocolo é um passo fundamental para proteger consumidores de chamadas indesejadas. Ele também fortalece a reputação de empresas legítimas no setor de telecomunicações. A transparência na origem das chamadas é um fator decisivo. Consulte o site da Anatel para detalhes regulatórios.
A tecnologia por trás do STIR/SHAKEN envolve criptografia de chave pública e certificados digitais. Isso cria uma "assinatura digital" para cada chamada originada. Essa assinatura é verificada pela operadora receptora antes da entrega final ao destinatário. Para aprofundar, veja a documentação do IETF RFC 8224, que detalha os padrões técnicos.
O cenario atual e por que você deve prestar atencao
O cenário de autenticação de chamadas no Brasil e globalmente está em constante evolução,. impulsionado por um aumento alarmante nas fraudes telefônicas e pela pressão regulatória. Empresas precisam prestar atenção a este panorama para proteger suas operações, clientes e reputação, garantindo que suas chamadas sejam confiáveis e entregues.
A proliferação de chamadas indesejadas, como spam e golpes, custou à economia global cerca de US$ 50 bilhões em 2023, segundo a Hiya (2024). Este dado sublinha a urgência de sistemas robustos de verificação de ligações. A complexidade do ecossistema de telecomunicações dificulta a implementação uniforme de novas tecnologias.
Nos últimos 12 meses, observamos uma aceleração nas discussões regulatórias. A Anatel intensificou a fiscalização contra chamadas abusivas, impondo multas e bloqueios a operadoras que não coíbem o uso indevido de seus recursos. Segundo levantamento Rankiei de maio/2026, 73% das operadoras brasileiras ainda utilizam soluções legadas que não integram plenamente os requisitos de autenticação de chamadas.
A pressão da FCC nos EUA, com a implementação total do protocolo de verificação de chamadas, serve de modelo para outras jurisdições. Essa medida reduziu as chamadas fraudulentas em 40% em operadoras que aderiram plenamente, conforme dados da própria agência em 2023. Tal sucesso global reforça a necessidade de adaptação local.
Um dos desafios centrais é a interoperabilidade entre as diferentes redes e tecnologias legadas. Muitas empresas operam com infraestruturas antigas, dificultando a integração de novos padrões de identificação de chamadas. A transição exige investimentos significativos e expertise técnica especializada.

A ascensão da Inteligência Artificial também trouxe novas ferramentas para os fraudadores, tornando os golpes mais sofisticados e difíceis de detectar. Deepfakes de voz e reconhecimento de padrões para engenharia social são exemplos de ameaças crescentes. Isso exige uma resposta tecnológica igualmente avançada.
"A inação diante da fraude telefônica não é mais uma opção. As empresas que ignoram a autenticação de chamadas não apenas perdem a confiança do cliente, mas também enfrentam perdas financeiras substanciais e sanções regulatórias."
— Carolina Mendes, Especialista
As tendências apontam para uma maior exigência de transparência na origem das chamadas. Consumidores estão mais céticos e menos propensos a atender números desconhecidos. Empresas precisam exibir o nome da empresa na ligação para garantir o reconhecimento da marca.
A conformidade com as novas regulamentações não é apenas uma obrigação, mas uma vantagem competitiva. Empresas que implementam proativamente soluções de autenticação de chamadas podem aumentar a taxa de atendimento telefônico e a satisfação do cliente. Isso se traduz diretamente em melhores resultados de vendas e cobrança.
A evolução para um ambiente de comunicação mais seguro é inevitável. Entender o que é STIR/SHAKEN e como ele impacta as operações é crucial. Ferramentas como o Nomorobo, por exemplo, demonstram a demanda crescente por bloqueio de chamadas indesejadas,. com mais de 2 bilhões de robocalls bloqueadas em 2023, conforme seu relatório anual.
O investimento em tecnologias de verificação de chamadas não é um custo, mas uma salvaguarda. Proteger a integridade das comunicações fortalece a confiança do consumidor e a reputação da marca. Para mais detalhes sobre o panorama regulatório, consulte os documentos oficiais da Anatel.
A adaptação a esses novos padrões é fundamental para qualquer negócio que dependa da comunicação por voz. Ignorar este cenário significa correr o risco de ser alvo de fraudes e perder a capacidade de se comunicar efetivamente com seus clientes. Para uma visão aprofundada das tendências, veja estudos da Federal Communications Commission (FCC).
Como funciona na prática: guia operacional
A implementação prática do sistema de autenticação de chamadas envolve uma série de etapas técnicas e regulatórias. Provedores de serviços de comunicação devem seguir um protocolo rigoroso para garantir a verificação da origem das chamadas. Este guia detalha o fluxo operacional, desde a infraestrutura inicial até a verificação final da chamada.
Cada fase exige conformidade com padrões estabelecidos para combater eficazmente a fraude telefônica. O processo visa restaurar a confiança dos consumidores nas chamadas recebidas. A complexidade aumenta com a necessidade de interoperabilidade entre diferentes operadoras no ecossistema de telecomunicações.
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Adoção de SIP Trunking e Infraestrutura IP
O primeiro passo crucial é a adoção de SIP Trunking, a base para a transmissão de voz via IP. Esta tecnologia é fundamental para o protocolo de segurança telefônica funcionar. Provedores devem ter uma infraestrutura de rede IP compatível com os padrões do IETF (Internet Engineering Task Force).
A migração para SIP Trunking permite que as chamadas sejam encapsuladas com metadados de autenticação. Estima-se que 85% das grandes operadoras brasileiras já utilizam SIP Trunking, mas apenas 30% possuem a infraestrutura plenamente atualizada para o sistema de atestação de chamadas,. segundo dados da Anatel (2024). Isso ressalta a lacuna de adaptação tecnológica.
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Certificação Digital e Registro
Após a infraestrutura, a certificação digital é indispensável para operar o protocolo de segurança telefônica. Os provedores devem obter um certificado digital X.509 de uma autoridade certificadora confiável. No Brasil, entidades como o Comitê Gestor da ICP-Brasil supervisionam este processo.
Este certificado é utilizado para assinar digitalmente as informações de origem da chamada. O registro junto a um STI-PA (Service Provider Trust Anchor) é igualmente vital. Isso garante que o provedor esteja autorizado a emitir atestados de chamadas.
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Assinatura da Chamada e Níveis de Atestação
Cada chamada é assinada digitalmente antes de sair da rede do provedor de origem, utilizando o certificado X.509. O provedor de origem gera um "PASSporT" (Secure Telephone Identity Policy Assertion Token). Este token contém informações sobre a origem da chamada e o nível de atestação.
Existem três níveis de atestação: A (Full Attestation), B (Partial Attestation) e C (Gateway Attestation). A atestação "A" indica que a operadora de origem conhece tanto o assinante que faz a chamada quanto o número de telefone. Isso garante a maior confiança na verificação de chamadas.

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Verificação da Chamada no Destino
No lado receptor, o provedor de terminação verifica a assinatura da chamada contra a autoridade certificadora. Ele decodifica o PASSporT para validar a identidade do originador da chamada. Se a assinatura for válida, a chamada é considerada autêntica.
Essa validação permite que o provedor de terminação exiba informações confiáveis ao destinatário. Em muitos casos, o nome da empresa na ligação é exibido, aumentando a confiança do consumidor. A exibição do nome da empresa na ligação, impulsionada por esta verificação, pode aumentar a taxa de atendimento em até 20%, conforme estudos da Hiya (2023).
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Ferramentas e Requisitos de Interoperabilidade
Para a implementação eficaz, são necessárias ferramentas de registro de identidade de chamadas e gateways de sinalização. Soluções de software como o TransUnion TruContact e o Neustar Certified Caller são essenciais. Elas gerenciam os certificados e o processo de assinatura/verificação.
A interoperabilidade entre diferentes operadoras é um requisito crítico para o sucesso do sistema. Isso exige que todos os participantes sigam os mesmos padrões técnicos. A falta de padronização pode levar a falhas na autenticação de chamadas, comprometendo a eficácia do sistema.
Provedores como TransUnion e Neustar oferecem soluções de certificação e verificação para o sistema de atestação de chamadas. Eles atuam como parceiros tecnológicos para operadoras e empresas. Para aprofundar nos padrões técnicos, consulte os documentos do IETF sobre STIR/SHAKEN.
Apesar dos benefícios, a implementação no Brasil enfrenta desafios como a adaptação da infraestrutura legada. Os custos de adaptação e a complexidade regulatória representam barreiras significativas. A coordenação entre provedores é vital para uma transição suave e eficaz.
"A verdadeira barreira para a plena adoção da verificação de chamadas não é a tecnologia,. mas a vontade coletiva da indústria em investir na segurança do ecossistema telefônico."
— Carolina Mendes, Especialista
A Anatel tem avançado na regulamentação, exigindo que operadoras implementem medidas para coibir o uso indevido de recursos de numeração. As diretrizes da agência são fundamentais para a conformidade das empresas. Acesse o portal da Anatel para detalhes sobre a regulamentação de chamadas indesejadas.
Compreender o funcionamento detalhado é crucial para as empresas que buscam um guia completo sobre autenticação e combater fraudes. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor investem menos de 1,8% do faturamento em soluções de autenticação de chamadas no Brasil. Isso indica uma subestimação do risco.
A adesão a este protocolo não apenas protege os consumidores, mas também confere maior credibilidade às chamadas identificadas. O impacto positivo na reputação da marca e na taxa de conversão é inegável. Investir na autenticação de chamadas é investir na confiança do cliente.
Os maiores desafios (e como resolver cada um)
A implementação de protocolos de verificação de chamadas enfrenta obstáculos significativos no Brasil. Estes desafios impactam diretamente a eficácia do combate a fraudes telefônicas. Superá-los exige estratégias claras e investimento tecnológico. A complexidade regulatória é um dos principais entraves.
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Conformidade Regulatória e Prazos
A Resolução nº 758 da Anatel (2022) impõe regras rigorosas para a autenticação de chamadas. Operadoras precisam adaptar sistemas rapidamente para evitar penalidades. O não cumprimento pode gerar multas de até R$ 50 milhões, conforme o art. 173 da Lei Geral de Telecomunicações. A Algar Telecom, por exemplo, investiu proativamente em soluções de assinatura digital de chamadas, garantindo a conformidade antes dos prazos finais.
A solução reside em plataformas de conformidade automatizadas que integram os requisitos da Anatel. Estas ferramentas oferecem relatórios detalhados e monitoramento contínuo. Elas asseguram que cada chamada esteja em conformidade com as diretrizes nacionais, minimizando riscos. Para mais detalhes sobre as normativas, consulte o site oficial da Anatel.
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Custo de Implementação e Manutenção
O investimento inicial em infraestrutura e software para a autenticação de chamadas pode ser elevado. Pequenas e médias operadoras, em particular, enfrentam orçamentos restritos. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das operadoras de médio porte no Brasil investem menos de 1,8% do faturamento anual em soluções de autenticação de chamadas.
Soluções SaaS (Software as a Service) oferecem uma alternativa escalável e de menor custo. Elas permitem que operadoras paguem por uso, reduzindo o CAPEX e simplificando a manutenção. A Vivo/Telefônica adotou uma abordagem de rollout faseado, diluindo custos e testando a eficácia em etapas. Isso permitiu otimizar o investimento e a integração.
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Interoperabilidade entre Operadoras
A comunicação entre diferentes redes e sistemas de autenticação é um desafio técnico complexo. Discrepâncias nos padrões de implementação podem levar a falhas na verificação. Estima-se que 15% das chamadas legítimas transfronteiriças falhem na autenticação devido a esses problemas, segundo a ITU (2023). A colaboração entre Claro e TIM no desenvolvimento de APIs abertas exemplifica uma solução eficaz.
A adoção de padrões de mercado, como os definidos pelo ATIS/IETF para a autenticação de chamadas, é crucial. Isso garante que as assinaturas digitais sejam reconhecidas universalmente. Plataformas unificadas facilitam a troca de informações e a validação entre operadoras distintas. Para aprofundar, veja nosso guia completo sobre autenticação.
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Falsos Positivos e Negativos
Bloquear chamadas legítimas (falsos positivos) ou permitir fraudes (falsos negativos) prejudica a experiência do cliente. Empresas podem perder vendas ou sofrer danos à reputação. Um estudo da TransUnion (2024) revelou que 38% dos consumidores desconfiam de chamadas não identificadas, mesmo que legítimas.
Algoritmos de inteligência artificial e sistemas de reputação de números são essenciais para refinar a precisão. O Banco do Brasil, por exemplo, utiliza IA para analisar padrões de chamadas e identificar riscos. Isso minimiza o bloqueio de contatos importantes e melhora a taxa de atendimento telefônico.
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Adoção por Pequenas Operadoras e Provedores Regionais
Pequenos provedores de serviços de comunicação (PSCs) frequentemente carecem de recursos técnicos e financeiros. A complexidade da implementação da autenticação de chamadas pode ser esmagadora. Cerca de 25% dos PSCs no Brasil ainda não iniciaram a adaptação, segundo dados da Abrint (2023).
Incentivos regulatórios e soluções simplificadas, oferecidas por terceiros, são vitais para esses players. Empresas como a Snipersell fornecem plataformas prontas para uso, que permitem a exibir o nome da empresa e autenticar chamadas sem grandes investimentos. Isso democratiza o acesso à tecnologia e fortalece o ecossistema.

"A verdadeira batalha não está apenas em implementar a verificação de chamadas, mas em garantir que a tecnologia se adapte à realidade operacional de cada provedor,. do gigante ao pequeno, sem comprometer a segurança ou a experiência do cliente."
— Carolina Mendes, Especialista
O que muda em 2026 e como se preparar
As operadoras de telecomunicações enfrentarão um marco regulatório em 2026 no Brasil. A expectativa é que a Anatel intensifique a fiscalização da autenticação de chamadas. Isso visa combater fraudes e chamadas indesejadas que afetam milhões de usuários. Dados da Anatel (2023) indicam que 48% das reclamações sobre telecomunicações envolvem telemarketing abusivo.
O mercado de soluções para verificação de chamadas deve crescer exponencialmente. Empresas como a TCN Telecom e a Sinch já oferecem plataformas robustas para essa adequação. Analistas preveem um aumento de 35% nos investimentos em conformidade até 2026, segundo a consultoria Frost & Sullivan. Pequenas e médias operadoras serão as mais impactadas, exigindo agilidade na adaptação.
Empresas devem auditar suas infraestruturas de telefonia agora. É crucial verificar a compatibilidade com os padrões de identificação de chamadas. A implementação de um sistema robusto garante a autenticação de chamadas. Isso evita bloqueios de chamadas legítimas e melhora a reputação da marca.
A capacitação das equipes internas é igualmente indispensável. Novos processos e tecnologias demandam conhecimento aprofundado para operação eficiente. Investir em treinamento especializado minimiza erros e acelera a transição. A conformidade não é apenas uma obrigação, mas uma oportunidade de mercado.
"A verdadeira transformação em 2026 não será apenas tecnológica, mas cultural. Empresas que anteciparem as mudanças na verificação de chamadas terão uma vantagem competitiva inegável."
— Carolina Mendes, Especialista
Parcerias estratégicas com provedores homologados são essenciais. Eles oferecem expertise e soluções prontas para a nova realidade regulatória. Acompanhar as diretrizes da Anatel é vital para se manter atualizado. Esteja atento às novas regulamentações para evitar penalidades.
A proatividade na implementação dessas medidas define o sucesso. Empresas que adiarem a adaptação podem enfrentar multas e perda de credibilidade. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor de telecomunicações no Brasil investem menos de 1,8% do faturamento em soluções antifraude e de verificação de chamadas. Isso sublinha a necessidade urgente de reavaliar prioridades de investimento para aumentar a taxa de atendimento telefônico.
A colaboração entre operadoras e órgãos reguladores será fundamental. A troca de informações sobre fraudes fortalece o ecossistema de comunicação. Garantir chamadas verificadas é crucial para a confiança do consumidor. A adaptação contínua ao cenário de autenticação de chamadas é um imperativo estratégico em 2026, especialmente com o que muda com a nova regulação da Anatel.
Proximo passo: como comecar hoje
A implementação da autenticação de chamadas exige avaliação técnica, registro junto à Anatel e integração de soluções. Comece hoje mapeando sua infraestrutura de telecomunicações. Consulte especialistas para um plano eficaz. Ferramentas como o Session Border Controller (SBC) da Ribbon Communications são cruciais para a conformidade.
Iniciar a conformidade com a verificação de chamadas requer planejamento estratégico. Empresas devem priorizar a análise de sua infraestrutura atual. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor investem menos de 1,8% do faturamento em soluções avançadas de autenticação. A adaptação tecnológica é fundamental para evitar multas futuras.
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1. Avalie sua infraestrutura de telecomunicações
Determine quais sistemas de comunicação interna e externa estão em uso. Identifique os pontos de interconexão com operadoras. Segundo a Anatel (2024), 72% das PMEs brasileiras ainda não possuem sistemas de autenticação de chamadas compatíveis. Uma auditoria detalhada revela as lacunas existentes.
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2. Registre-se e entenda as exigências da Anatel
A Anatel exige que empresas com mais de 50 mil chamadas diárias se registrem. Este registro é o primeiro passo para a conformidade regulatória. Consulte o Regulamento de Uso de Recursos de Numeração para detalhes. A falta de registro pode gerar penalidades significativas.
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3. Selecione e integre as tecnologias de autenticação
Escolha provedores de soluções que ofereçam suporte a padrões de autenticação. Empresas como a Metaswitch e a TransUnion fornecem plataformas robustas. A integração com sistemas legados pode ser complexa, exigindo parceiros especializados. Isso garante que as chamadas sejam identificadas corretamente.
A implementação eficaz da autenticação de chamadas não é apenas uma questão de conformidade, mas uma estratégia para restaurar a confiança do consumidor. Empresas que investem nisto observam uma melhoria na reputação.
Dr. Alceu Machado, especialista em telecomunicações na Universidade Federal de Minas Gerais (2025) -
4. Implemente monitoramento e otimização contínuos
Após a implementação, monitore a performance das chamadas autenticadas. Analise taxas de atendimento e bloqueios indevidos. Ferramentas de análise de tráfego, como as da Neustar, são essenciais para isso. Ajustes periódicos garantem a eficácia do sistema, conforme o site da FCC sobre Call Authentication.
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5. Treine sua equipe e conscientize sobre a importância
Garanta que todos os envolvidos compreendam os novos processos. Equipes de vendas e atendimento precisam saber como as chamadas são autenticadas. A conscientização interna fortalece a cultura de conformidade. O objetivo é aumentar a taxa de atendimento telefônico de forma sustentável.
Perguntas Frequentes
O que é STIR/SHAKEN?
STIR/SHAKEN é um conjunto de padrões tecnológicos que autentica e verifica a identidade do originador de uma chamada telefônica, combatendo fraudes e chamadas indesejadas.
Como a Anatel regulamenta a autenticação de chamadas no Brasil?
A Anatel exige que operadoras e empresas com alto volume de chamadas implementem medidas de autenticação, com marcos regulatórios e fiscalização intensificada prevista para 2026.
Quais os principais desafios na implementação do STIR/SHAKEN?
Os desafios incluem a complexidade técnica de integração, o custo de adaptação de infraestruturas legadas e a necessidade de colaboração entre diferentes operadoras.
Quais os benefícios de implementar a verificação de chamadas?
Os benefícios incluem maior confiança do consumidor, redução de fraudes, aumento da taxa de atendimento e melhoria da reputação da marca.
Quais ferramentas são recomendadas para iniciar a conformidade?
Ferramentas como Session Border Controllers (SBCs) e plataformas de autenticação de provedores como Metaswitch e TransUnion são essenciais para a implementação.
Quer aplicar essas estrategias? Comece agora e veja os resultados na prática.
Publicado em 8 de maio de 2026. Atualizado com os dados mais recentes.
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Historico de atualizacoes
- 08/05/2026: Versao inicial publicada

Carolina Mendes
Jornalista formada pela USP com MBA em Marketing Digital pela ESPM. Especialista em comunicacao corporativa e tecnologias de atendimento ao cliente com 12 anos de experiencia. Colaborou com empresas como Zendesk e RD Station antes de se dedicar a producao de conteudo estrategico sobre CRM, PABX e automacao de vendas. Apaixonada por transformar dados complexos em insights acessiveis.



