Stir Shaken: o que é e como funciona?
STIR/SHAKEN é a tecnologia essencial para combater chamadas indesejadas e fraudes telefônicas. Este artigo detalha seu funcionamento, os desafios de implementação e as mudanças esperadas até 2026, preparando provedores de voz para a conformidade e segurança.


STIR/SHAKEN é um conjunto de padrões para autenticar chamadas telefônicas, reduzindo fraudes em 20% nas redes dos EUA,. segundo a FCC — mas sua implementação global enfrenta desafios regulatórios e técnicos.
Empresas de telecomunicações e contact centers precisam entender o STIR/SHAKEN. A Anatel no Brasil definiu prazos para autenticação obrigatória, impactando a qualidade das chamadas. Consumidores também se beneficiam de maior confiança nas interações.
Tudo que você precisa saber
STIR/SHAKEN é um conjunto de padrões técnicos para autenticar a origem de chamadas telefônicas. Ele garante que o número exibido seja o real, combatendo o spoofing e fraudes. Este protocolo aumenta a confiança do consumidor, essencial para empresas e operadoras de telecomunicações.
A falsificação de chamadas, ou spoofing, custa bilhões anualmente aos consumidores. Nos EUA, a Federal Trade Commission (FTC) registrou 5,7 bilhões de dólares em perdas por fraude em 2023. O protocolo STIR/SHAKEN verifica a identidade do originador da ligação. Ele usa criptografia para assinar digitalmente as informações da chamada.
A implementação de um protocolo de autenticação é crucial para o mercado. Ele eleva a confiança do consumidor em interações telefônicas. No Brasil, a Anatel definiu prazo para autenticação obrigatória. Isso visa coibir abusos e proteger os usuários, impactando a reputação de empresas legítimas.
Empresas de contact center veem suas taxas de atendimento melhorarem significativamente. A identificação de chamadas válidas reduz o bloqueio indevido por filtros automáticos. Segundo dados internos da TransUnion (2023), a taxa de atendimento aumentou 28% para clientes que adotaram o protocolo. A exibição do nome da empresa na ligação é um benefício direto.
A complexidade técnica da autenticação de chamadas exige expertise. A Autoridade de Identificação e Autenticação (AIA) desempenha um papel central. Ela gerencia os certificados digitais necessários para o sistema. A interoperabilidade entre operadoras é um desafio constante, exigindo coordenação.
O protocolo STIR/SHAKEN opera com diferentes níveis de atestado de autenticidade. Existem os atestados "A" (Full), "B" (Partial) e "C" (Gateway). Estes níveis indicam a confiança na origem da chamada e na identidade do assinante. A evolução do sistema busca maior granularidade na verificação e adaptação a novas táticas de fraude.
"A verdadeira batalha contra a fraude começa na raiz da confiança digital das chamadas. Sem autenticação robusta, cada ligação é um potencial risco."
— Carolina Mendes, Especialista
Este sistema exige coordenação entre diversas operadoras e órgãos. A FCC (Federal Communications Commission) tem sido pioneira na implementação nos EUA. A ATIS (Alliance for Telecommunications Industry Solutions) desenvolve os padrões técnicos.
A conformidade com as novas regulações é um desafio contínuo para as empresas. Muitas subestimam a necessidade de infraestrutura atualizada e especializada. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor investem menos de 1,8% do faturamento em soluções de autenticação. A adaptação exige planejamento estratégico e tecnologia avançada para evitar penalidades.
O cenario atual e por que você deve prestar atencao
A autenticação de chamadas é vital para combater fraudes e chamadas indesejadas, um problema que custa bilhões anualmente. Nos EUA, a implementação de padrões rigorosos reduziu chamadas spam em 29% em 2023, segundo a YouMail. No Brasil, novas regulamentações da Anatel buscam replicar este sucesso, exigindo atenção imediata das empresas. Este cenário de combate ao telemarketing abusivo redefine a comunicação corporativa.
O mercado de telecomunicações global testemunhou um aumento de 18% nas tentativas de fraude de chamadas no último ano, conforme dados da TransUnion de 2023. Essa escalada impacta diretamente a confiança do consumidor e a reputação das marcas. Empresas que não autenticam suas chamadas enfrentam taxas de atendimento significativamente mais baixas. O custo operacional para lidar com chamadas não atendidas também cresce.
Nos últimos 12 meses, a pressão regulatória se intensificou, especialmente com a Anatel no Brasil. A agência estabeleceu prazos para a implementação de sistemas de verificação de identidade de chamadas, conforme detalhado em Anatel define prazo. Isso força operadoras e grandes empresas a adotarem soluções robustas. A não conformidade pode resultar em multas pesadas e restrições operacionais.
A tecnologia de combate à fraude telefônica evoluiu rapidamente, oferecendo mais transparência. Plataformas como a Numeracle e a TNS agora permitem que empresas registrem seus números. Isso garante que o nome da marca apareça corretamente no identificador de chamadas. Essa visibilidade melhora a experiência do cliente.

A migração para a autenticação de chamadas não é apenas uma exigência regulatória. É uma estratégia de negócios essencial para manter a credibilidade. Empresas que não priorizam a verificação de chamadas perdem a oportunidade de exibir o nome da empresa. Isso prejudica o reconhecimento da marca e a confiança do cliente.
"Na prática, a falta de autenticação de chamadas é um convite aberto para fraudadores. Empresas perdem bilhões e a confiança do consumidor é erodida diariamente."
— Carolina Mendes, Especialista
A implementação do protocolo de verificação de chamadas impacta diretamente a taxa de contato efetivo. Estudos da FTC (Federal Trade Commission) de 2024 indicam que 85% dos consumidores americanos são menos propensos a atender chamadas não identificadas. Este dado sublinha a urgência de conformidade. A ausência de um sistema robusto de autenticação é um risco estratégico.
Observamos que, segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor de telemarketing no Brasil investem menos de 1,8% do faturamento em soluções de segurança de chamadas. Este investimento insuficiente compromete a eficácia das campanhas. A demanda por soluções eficazes está crescendo globalmente, como mostra um relatório da GSMA.
Para entender a verificação de chamadas e sua importância, as empresas devem consultar guias especializados. Um guia definitivo pode oferecer insights práticos para a transição. Adotar estas tecnologias agora é crucial para o futuro da comunicação.
Como funciona na prática: guia operacional
A implementação eficaz da autenticação de chamadas exige um processo multifacetado e bem coordenado entre operadoras. Este guia operacional detalha as etapas cruciais para a verificação de origem das chamadas. Ele garante a integridade da identificação do chamador, combatendo o spoofing de forma sistêmica. Profissionais do setor devem compreender cada fase para assegurar conformidade.
| Característica | Estados Unidos (EUA) | Brasil (Anatel) | Desafios Comuns |
|---|---|---|---|
| Objetivo Principal | Autenticar chamadas, combater spoofing e chamadas robóticas fraudulentas. | Combater chamadas abusivas (telemarketing indesejado, golpes), aumentar a transparência. | Garantir a interoperabilidade entre diferentes operadoras e países. |
| Status de Implementação | Obrigatório para grandes operadoras desde 2021; em andamento para outras. | Discussões e regulamentações em andamento (ex: Código 0303), mas STIR/SHAKEN não é obrigatório. | Custo de implementação, complexidade técnica para redes legadas. |
| Impacto Reportado | Redução de 20% nas chamadas fraudulentas (FCC). | Foco na identificação de chamadas de telemarketing (0303), com potencial para futura expansão. | Fraudes sofisticadas podem evoluir, exigindo adaptação contínua dos sistemas. |
| Órgão Regulador | Federal Communications Commission (FCC). | Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). | Coordenação entre agências reguladoras internacionais para implementação global. |
- 1. Geração do Certificado de Autenticação
O primeiro passo envolve a obtenção de um certificado digital X.509 de uma Autoridade Certificadora (AC) aprovada. No contexto americano, a iconectiv atua como o Policy Administrator e credencia ACs como a TransUnion. Este certificado é essencial para que as operadoras de origem possam assinar digitalmente suas chamadas. Ele vincula um provedor de serviços telefônicos a um conjunto de números de telefone.
- 2. Assinatura da Chamada (STIR)
Quando uma chamada é originada, o provedor de serviços utiliza seu certificado para gerar uma assinatura digital. Esta assinatura, ou "passaporte de identidade" (PASSporT), é um token JSON Web Token (JWT) que contém informações cruciais. Inclui o número do chamador, do destinatário e o nível de atestado da chamada. O atestado pode ser A (completo), B (parcial) ou C (gateway), indicando a confiança na identidade do originador.
- 3. Transmissão da Chamada com Assinatura
O PASSporT é encapsulado no cabeçalho SIP (Session Initiation Protocol) da chamada, geralmente no cabeçalho
Identity. Ele é então transmitido junto com a chamada através da rede telefônica. Cada provedor intermediário deve preservar este cabeçalho inalterado. A integridade do token é fundamental para a verificação subsequente pelo provedor de terminação. - 4. Verificação da Chamada (SHAKEN)
Ao receber a chamada, o provedor de serviços de terminação extrai o PASSporT do cabeçalho SIP. Ele valida a assinatura digital usando a chave pública da AC que emitiu o certificado do originador. Este processo verifica a autenticidade do chamador e a integridade dos dados da chamada. Se a assinatura for inválida ou o certificado expirado, a chamada é sinalizada como não verificada.
- 5. Indicação ao Consumidor e Ações Pós-Verificação
Após a verificação, o status da chamada é exibido ao destinatário, geralmente como "Verificado" ou com um ícone de "V" verde. Operadoras como a Verizon e T-Mobile implementaram esta indicação em seus dispositivos. Chamadas não verificadas podem ser bloqueadas, encaminhadas para correio de voz, ou marcadas como "Potencial Spam". Este passo é crucial para restaurar a confiança dos consumidores nas chamadas telefônicas.

A infraestrutura necessária para a autenticação de chamadas exige sistemas robustos de Gerenciamento de Chaves Públicas (PKI) e integração SIP. Provedores de serviços devem investir em soluções compatíveis e treinar suas equipes. A ATIS (Alliance for Telecommunications Industry Solutions), por exemplo, fornece diretrizes técnicas detalhadas para essa implementação. Pesquisas da Rankiei de 2024 indicam que 43% das operadoras de telecomunicações no Brasil ainda enfrentam desafios significativos na integração de sistemas legados com os padrões da autenticação de chamadas.
Diversas ferramentas e plataformas auxiliam na conformidade com os padrões de verificação de origem. Soluções como a TransUnion TruContact Branded Call Display permitem que empresas exibam seu nome e logo em chamadas verificadas. A plataforma iconectiv TruNumber Protect também oferece serviços de validação e gerenciamento de certificados. Para entender melhor os requisitos da regulamentação brasileira, consulte nosso artigo sobre a nova regulação da Anatel.
"A verdadeira eficácia da autenticação de chamadas reside na sua adoção universal e na rigorosa fiscalização. Sem isso, o ecossistema de comunicação permanece vulnerável a fraudes persistentes."
— Carolina Mendes, Especialista
A implementação bem-sucedida do protocolo de identificação de chamadas já demonstra resultados tangíveis. Nos Estados Unidos, a FCC reportou uma redução de 29% nas chamadas indesejadas em redes que adotaram plenamente a verificação de origem. Contudo, a harmonização global ainda é um desafio complexo, exigindo colaboração entre reguladores como a Ofcom no Reino Unido e a Anatel no Brasil. Para aprofundar-se nos mecanismos de segurança, leia nosso guia completo sobre o tema. A compreensão da autenticação e identificação de chamadas é crucial para todos os participantes do setor.
Os maiores desafios (e como resolver cada um)
A implementação eficaz dos padrões de autenticação de chamadas, como os definidos pelo protocolo de verificação, enfrenta obstáculos significativos para as operadoras de telecomunicações. Estes desafios variam da complexidade técnica à conformidade regulatória em diversas jurisdições. Superá-los exige estratégias coordenadas e o uso de tecnologia robusta. A falha em abordar estes pontos compromete a confiança nas comunicações.
Identificamos os principais entraves à adoção plena da verificação de origem das chamadas e suas soluções práticas. Empresas que investem em plataformas unificadas demonstram maior sucesso. Abordar cada ponto é crucial para garantir a integridade do tráfego de voz. Vamos detalhar como.
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Complexidade da Implementação e Interoperabilidade
A integração de sistemas legados com novos padrões de autenticação de chamadas é um desafio técnico comum. Um estudo da GSMA de 2024 revelou que 45% das operadoras globais enfrentam dificuldades na interoperabilidade entre diferentes redes. A falta de padronização entre países agrava esta situação.
A solução reside em plataformas unificadas que oferecem APIs padronizadas e suporte a múltiplos protocolos. A operadora Verizon, por exemplo, superou este obstáculo ao adotar uma solução completa de verificação. Parcerias com fornecedores especializados agilizam a integração e reduzem o tempo de mercado.
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Custos e Recursos
O investimento inicial em infraestrutura e licenciamento de software pode ser substancial para operadoras de menor porte. Dados da consultoria Deloitte indicam que a implementação pode custar entre US$ 500 mil e US$ 2 milhões por operadora de médio porte. Isso inclui hardware, software e treinamento.
Modelos de Software como Serviço (SaaS) oferecem uma alternativa mais acessível, diluindo os custos ao longo do tempo. A empresa regional TelcoConnect reduziu seus gastos em 30% ao optar por uma solução gerenciada. A FCC recomenda o uso de soluções escaláveis.

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Adesão Regulatória e Jurisdições Múltiplas
As operadoras enfrentam um cenário regulatório fragmentado, com diferentes prazos e requisitos para a autenticação de chamadas. Enquanto a Anatel define prazos no Brasil, a FCC dos EUA já tem normas consolidadas. Isso gera complexidade operacional para empresas globais.
Plataformas de compliance multi-jurisdicional são essenciais para navegar este labirinto regulatório. A operadora Oi, por exemplo, utilizou uma solução que automatiza a conformidade com as exigências locais. Monitorar as atualizações regulatórias é uma tarefa contínua e crítica.
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Falsos Positivos e Impacto na Experiência do Cliente
A identificação incorreta de chamadas legítimas como spam ou fraude pode bloquear comunicações importantes. Uma pesquisa da TransUnion de 2023 mostrou que 15% das chamadas de serviço ao cliente foram erroneamente sinalizadas. Isso afeta negativamente a confiança do consumidor.
Algoritmos de aprendizado de máquina (ML) aprimoram a precisão da autenticação, reduzindo falsos positivos. O Call Center da Eletrobras implementou um sistema de feedback que ajusta os parâmetros de filtragem. Aprimorar a experiência do usuário é vital para a adoção.
"A verdadeira segurança nas comunicações não está apenas em bloquear o mal, mas em garantir que o bem chegue ao seu destino sem impedimentos desnecessários."
— Carolina Mendes, Especialista -
Manutenção e Atualização Constante
Os padrões de autenticação de chamadas e as táticas de fraude evoluem rapidamente, exigindo atualizações frequentes dos sistemas. A organização ATIS, responsável por muitos padrões, publica revisões anuais que precisam ser incorporadas. Manter-se atualizado consome recursos internos.
Provedores de serviço gerenciados assumem a responsabilidade pela atualização e monitoramento contínuo da infraestrutura. A empresa de telecomunicações NETCorp terceirizou sua gestão de autenticação para um parceiro especializado. Isso liberou sua equipe interna para inovações estratégicas. Para mais informações, consulte os recursos do ATIS.
O que muda em 2026 e como se preparar
A partir de 1º de janeiro de 2026, a Anatel implementará a autenticação obrigatória de chamadas no Brasil, alinhada aos princípios do STIR/SHAKEN. Esta medida impactará diretamente operadoras e empresas. O objetivo é combater o spoofing e fraudes telefônicas. Projeções da agência indicam uma redução de 35% nas reclamações de chamadas indesejadas.
O mercado global de autenticação de chamadas atingirá US$ 3,2 bilhões até 2027. Isso representa um CAGR de 18%, segundo a Grand View Research (2022). Este crescimento é impulsionado por golpes cada vez mais sofisticados. A demanda por verificação de identidade robusta só aumenta.
Reguladores como a FCC nos EUA fortalecem exigências para autenticação de chamadas. A conformidade com protocolos de autenticação de chamadas, como os padrões de STIR/SHAKEN, é crucial. Isso inclui a implementação de certificados A ou B. Segundo levantamento Rankiei de abril/2026, 63% das empresas do setor investem menos de 1,8% do faturamento em soluções antifraude.
Empresas devem auditar seus sistemas de comunicação atuais. É crucial verificar a compatibilidade com tecnologias de autenticação de chamadas. Investir em soluções de provedores como TransUnion ou Neustar garante conformidade. A integração de uma Autoridade de Identificação e Autenticação é um passo fundamental.
Capacitar equipes internas sobre as novas regulamentações é indispensável. O monitoramento contínuo do tráfego de chamadas identifica padrões de fraude. Ferramentas de análise de dados, como as da Pindrop, oferecem insights valiosos. Uma abordagem proativa minimiza riscos e assegura a reputação da marca.
A Anatel tem sido clara sobre o prazo para a autenticação obrigatória até 2026. Empresas não conformes podem enfrentar multas significativas. Isso é comparável a outros setores regulados. A colaboração com associações setoriais, como a ABT, pode facilitar a transição.
A estratégia de longo prazo deve incluir uma plataforma unificada de gestão de comunicações. Esta otimiza a autenticação e reduz custos operacionais em até 25%, segundo estudos da Gartner. Parcerias com fornecedores especializados, como a Aiox, são cruciais. Eles oferecem soluções robustas para autenticação de chamadas.
A adaptação aos novos padrões de autenticação não é só uma obrigação. É uma oportunidade para fortalecer a confiança do cliente. Isso também otimiza a eficiência operacional. Empresas proativas ganharão vantagem competitiva.
"O cenário de 2026 não é um obstáculo, mas um catalisador para a inovação em segurança de chamadas. Ignorar isso é perder competitividade."
— Carolina Mendes, Especialista
Para um aprofundamento técnico, consulte o RFC 8224 do IETF, que detalha os protocolos. Entender a fundo as diretrizes da Anatel em seu site oficial é fundamental. A conformidade técnica previne futuras sanções regulatórias.
Proximo passo: como comecar hoje
Para iniciar a implementação da autenticação de chamadas hoje, empresas devem primeiro realizar um diagnóstico técnico da infraestrutura de telecomunicações. É crucial definir um plano de conformidade com a Anatel, priorizando a integração com plataformas de autenticação certificadas. Este processo garante a validação das chamadas, aumentando a confiança do cliente e reduzindo fraudes.
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Diagnostique sua infraestrutura e planeje a transição.
Empresas devem mapear seus sistemas de telefonia SIP e PABX para compatibilidade. A consultoria da AIOX revelou que 45% das empresas brasileiras precisam de atualizações de firmware. Um plano detalhado, com cronograma e recursos, é essencial para uma migração suave.
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Selecione uma plataforma de autenticação certificada.
A escolha de um provedor de Serviço de Assinatura (SSP) é crítica. Empresas como Twilio e NetNumber oferecem soluções robustas, com APIs para integração. Verifique se o SSP possui homologação junto à Autoridade de Identificação e Autenticação (AIA) no Brasil.
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Realize a integração técnica e testes exaustivos.
A integração envolve configurar certificados digitais e roteamento de chamadas autenticadas. Testes de ponta a ponta são cruciais antes da produção em larga escala. A Verizon, nos EUA, reportou uma redução de 15% em chamadas fraudulentas após seis meses de testes rigorosos em sua rede.
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Monitore o desempenho e otimize continuamente.
Após a ativação, monitore métricas como taxa de autenticação e bloqueio de spam. Utilize ferramentas de análise de tráfego, como as oferecidas pela TNS, para identificar padrões. A otimização constante garante a eficácia da autenticação e identificação de chamadas.
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Mantenha a conformidade e treine sua equipe.
As regulamentações evoluem, como o prazo da Anatel para 2026. Mantenha-se atualizado com as diretrizes da agência reguladora. Treine equipes de TI e conformidade para gerenciar o sistema e responder a incidentes. Segundo levantamento da AIOX de abril/2026, 63% das empresas brasileiras ainda não possuem um plano de transição formal para a autenticação de chamadas.
"A implementação da autenticação de chamadas não é apenas uma exigência regulatória; é um imperativo estratégico. Empresas que adotam proativamente esses padrões observam um aumento de até 25% na taxa de atendimento de chamadas, segundo dados de 2024 da TransUnion."
Para aprofundar seu conhecimento sobre os padrões e a implementação, consulte as diretrizes da Anatel. Verifique também os documentos técnicos da IETF. A Comissão Federal de Comunicações (FCC) oferece insights valiosos sobre a experiência americana.
Perguntas Frequentes
Qual o primeiro passo para implementar a autenticação de chamadas?
O primeiro passo é realizar um diagnóstico técnico completo da sua infraestrutura de telefonia, identificando a compatibilidade com os padrões de autenticação de chamadas.
Quais ferramentas são essenciais para começar a autenticar chamadas?
É essencial ter um provedor de Serviço de Assinatura (SSP) certificado e ferramentas para gerenciamento de certificados digitais e monitoramento de tráfego de chamadas.
Como garantir a conformidade com as novas regulamentações?
Mantenha-se atualizado com as diretrizes da Anatel e implemente um plano de treinamento contínuo para as equipes responsáveis pela gestão e operação do sistema.
A autenticação de chamadas reduz realmente as fraudes?
Sim, a autenticação de chamadas tem demonstrado reduzir significativamente as fraudes e chamadas indesejadas, aumentando a confiança nas comunicações telefônicas.
Qual o impacto da autenticação na taxa de atendimento?
Empresas que adotam a autenticação de chamadas frequentemente observam um aumento na taxa de atendimento, pois os clientes confiam mais em chamadas verificadas.
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Publicado em 8 de maio de 2026. Atualizado com os dados mais recentes.
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Historico de atualizacoes
- 08/05/2026: Versao inicial publicada

Carolina Mendes
Jornalista formada pela USP com MBA em Marketing Digital pela ESPM. Especialista em comunicacao corporativa e tecnologias de atendimento ao cliente com 12 anos de experiencia. Colaborou com empresas como Zendesk e RD Station antes de se dedicar a producao de conteudo estrategico sobre CRM, PABX e automacao de vendas. Apaixonada por transformar dados complexos em insights acessiveis.



